segunda-feira, junho 30, 2008

First there was Ensitel

Nota explicativa da minha ausência, agora que já o posso fazer sem com isso perder muito grelinho:

Descobri faz agora quase dois anos como papar gajas amiúde mas sem penar muito enquanto arrebanho. O esquema requer apenas e tão só um telemóvel, o que no meu caso bastou encontrar o ponto 3G da mamalhuda que trabalha na Ensitel do Colombo.

Em seguida, pesquisa-se nas agências imobiliárias do bairro onde se reside. Marca-se o gado que aí finge que trabalha.

A partir de casa, liga-se para a agência solicitando a visita da funcionária que se pretende alambazar, com a desculpa que o imóvel tem que ser avaliado para posterior venda/arrendamento.

Como a crise está aí, dez minutos depois estou-lhe a mostrar o T2 e mais dez minutos passados ela está-me a lamber o T mais os dois como se disso dependesse uma comissãozinha de 3,5% sobre uma arrecadação em Odivelas.

Repete-se o procedimento até se esgotar a matéria-prima existente nas agências. É putedo grátis ao domicílio, em que a puta, ao invés de contrariada pela actividade de horários fodidos que desempenha, antes se motiva e dá o litro (eu também lho dou, mas de meitinha morna) na esperança de vender/arrendar 3 assoalhadas.

E agora o cum-shot: após percorrer todas as conas dignas do nome das agentes imobiliárias do bairro, é falar com o Zé Ferrolho, que trabalhou nas Chaves do Areeiro e que me mete em tudo o que é casa nos arredores de Lisboa em troca de um broche da minha porteira, que o executa porque a deixo fazer-me o mesmo. É que não me larga, a vaca. E se um entalanço nas tetas dela me fez as delícias durante algum tempo, agora é com algum enfado e a ver um bom jogo da bola que eu lhe permito uma mamada. O que vale é que não tem havido muitos jogos do Estrela da Amadora, ó caralho.

E pergunta o leitor, perante a magistralidade da minha magnum opus, porque é que decidi agora divulgá-la. A pergunta é estúpida e não a admito, mas ainda assim respondo. Já não há agência ou rata em que eu não tenha entrado. Ando aborrecido porque até já me calharam duas ou três vezes a mesma gaja, apesar de virem de agências diferentes. É a merda do trabalho precário e dos recibos verdes, é o que é. Assim, deixo os despojos, bem como uma série de cus arrebentados, para quem quiser beber desta fonte.

Claro que já estou, em boa verdade, a esgalhar um novo plano. O das pizzas ao domicílio já falhou porque as poucas gajas que montam aquelas Zundaps com a caixa branca atrás chegam cá a casa com a peida em brasa (sobretudo as que trabalham na Pizza na Brasa) e não dão para grande romaria. Dão para o broche, é verdade, mas a 12 euros a pizza exige-se mais. Assim, ando em prospecção de novos mercados.

Concluo com dois peculiares episódios que marcaram o meu trajecto: o primeiro, feliz, foi quando a gaja da imobiliária me apareceu acompanhada de uma estagiária. O segundo, ainda mais feliz, foi quando veio um gajo em vez da rameirita solicitada e que, ou não fosse imobiliário, queria arraial; dei-lho, mas de porrada; como isso não me compensou a chatice, o gajo apresentou-me uma gestora de conta do Barclays com a desculpa que eu queria crédito; Spread, bitch, spread!

Vou ter saudades, pá…

quinta-feira, julho 20, 2006

Estrabismo ou cobardia?

Visito amiúde páginas de internet com conteúdos pornográficos, com senhoras, conas e cus com fartura. Algo me intriga, no entanto, quanto ao broche em geral e ao cum shot (ou money shot, segundo a escola europeia) em particular. Refiro-me, obviamente, à pose da puta que executa o fellatio.
Se limparem a meita do vosso monitor, poderão certamente reparar que a referida meretriz, ao invés de enfrentar o caralho olho nos olhos, antes revira-os com o propósito de mirar a lente da câmara. Ou seja, não vira o pescocinho no sentido desta, permanece com a língua de fora para que o esperma a condimente, e somente roda os globos oculares como que procurando - improficuamente, claro - a jactância daqueles que em casa apreciam ejaculações conjuntas com o protagonista do porno. A vadia, por uma das razões enunciadas em título, gosta de levar com a esporra na face embora não goste de ver o aproximar da langonha, preferindo encarar a frieza do celulóide.
Já tentei linkar sites exemplificativos da presente explanação, mas quando lá chego as minhas mãos já não servem o rato, mas a rata da minha empregada que chamo de imediato para que aprenda algo com os conteúdos que a web nos proporciona. E para eu lhe dar bombadas valentes, claro está.

terça-feira, junho 27, 2006

Histórias encantadas panascas suburbanas

Numa casa toda fodida de habitação social, nas Olaias, viviam 3 jovens panascas:O Prático, o Heitor e o Cícero. Quando não iam à escola, ficavam a brincar felizes, enrrabando-se à vez uns aos outros num jardim perto de casa. Ao escurecer, voltavam cansados e satisfeitos.Em casa esperava-os a puta da avozinha, que lhes preparava grandes bolos com natas e morangos, que eles usavam para se lamber uns aos outros.Um dia, Cícero, o mais pequeno, propôs:
-Credo! Agora que já somos grandes, com pastel e lindas, podemos comprar uma casa só para nós e viver sozinhas!! Cada uma comprará a sua, a seu gosto, sim!!??
Cícero não queria gastar muito, pelo que considerou que bastaria um apartamento, construído em Pladur, numa urbanização nos arredores do Seixal, Heitor, pelo contrário, pensou que uma casita em alvenaria seria suficientemente confortável e resistente e que não teria de trabalhar muito a atacar no parque Eduardo Sétimo para a comprar.O Prático queria uma casinha como manda a lei, por isso, fartou-se da apanhar no cu e serviu tudo o que era panilas nos arredores da capital com muito afinco mas lá comprou um apartamento num condomínio fechado, em betão armado, lá pós lados do Fogueteiro.
- Assim estarei resguardado do Chulo, que está prestes a sair do EPL.
De facto, veio o chulo e bateu na casinha de Pladur: Truz! Truz! Truz!
- Quem é? – Perguntou o paneleiro do Cícero. – Um amigo... abre a porta, sua cabrona! - respondeu o Chulo.
- Não! És o Chulo mau e não te vou abrir a porta!
- Ai sim?! – Rosnou o Chulo rangendo os dentes.- Vê então como abro a tua porta! – E com um maço rebentou a porta da casa mas o panasquinha conseguiu fugir.Enquanto Cícero escapava, o Chulo foi bater à porta da casa do Heitor:
- Abre a porta chavalo, que eu não te faço mal! Heitor também não quis abrir, mas um par de arremessos de maço foram suficientes para destruir a sua casinha, mas lá conseguiu fugir.Muito excitado, o Chulo bateu à porta da casa do Prático.
- Vai-te embora, Doida! – Respondeu-lhe o panasquinha.Desta vez, o Chulo bateu e bateu muitas vezes, mas a casa, com porta de segurança reforçada e construída com cimento, estrutura em ferro e tijolos era demasiado sólida até para ele.Por fim, o Chulo mau ficou sem forças. Aborrecido, levantou o punho, ameaçando:
- Por agora, deixo-te... mas depressa voltarei! E vou-te comer esse cu de uma só vez!Quando se fez noite o Chulo voltou. O Prático ouvi-o a trepar pelo algeroz para subir até ao apartamento.Enquanto se metia pela chaminé, o Chulo espumava da boca de tesão já pensando no cusinho que o esperava, mas o Prático, que tinha a lareira acesa, atiçou a chama com toda a lingerie comestível que tinha, que arde qué uma beleza.O Chulo já estava a meio caminho quando começou a cheirar a queimado: era a sua pissa que começava a chamuscar! Saiu pela chaminé e desapareceu uivando.No dia seguinte, enquanto o pobre Chulo, com a pila enfaixada, continuava a fugir para o mais longe possível, o amigos bichas dos 3 panasquinhas celebravam, nos Armazéns do Chiado, a valentia do sábio panasquinha e o retorno à tranquilidade.

quarta-feira, junho 21, 2006

A minha Selecção

Isto do Mundial é que tem sido, hein!!!! Sim senhor!!!! Queria agradecer ao Filipão pela quantidade de grelinho que me tem ajudado a angariar. É que com esta merda das gajas agora seguirem a bola todas entusiasmadas, abriu-se todo um novo mundo, e não só. Pra já ficam todas eufóricas como é de sua natureza e depois, bebem uns canecos valentes!! Daí que só no dia do Portugal – Angola, reconfortei duas irmãs africanas, de sangue e nação, pela imerecida derrota, qué como quem diz, deglutiram as duas o esteio e apanharam no cu à vez. Já no jogo com o Irão, a coisa foi ainda melhor. Festejei a passagem à 2.ª fase até Domingo, com três estrangeiras fodilhonas que apanhei a ver o jogo num Snack junto ao Martim Moniz. Vinham passar o fim-de-semana a Lisboa pa ver as vistas e acabaram por contemplar só vergalho luso em acção. Resta saber o que mais me espera no jogo com o México. Mais uma vez os meus sinceros agradecimentos ao grande mister. Viva Portugal!!! Esta merda é toda nossa, Olé!! Olé!!

segunda-feira, maio 29, 2006

Histórias Encantadas Suburbanas

Era uma vez um fulano e uma gaja que há muito desejavam ter filhos, mas o indivíduo era frouxo. Quando, por fim, a gaja emprenhou e desembuchou um rebento, decidiram celebrar o acontecimento com um grande arraial. Foram convidadas 7 putas e cada uma delas concedeu uma prenda especial à menina. A mais nova concedeu-lhe o dom de ser a mais boa do mundo; a seguinte, que ela fosse javarda como tudo; a terceira, que ela fosse graciosa a levar no cu; a quarta, que ela chupasse melhor que ninguém; a quinta, que ela se deixasse foder facilmente; a sexta, que ela esgalhasse perfeitamente a punheta de mamas.Quando a sétima cadelona ia conceder o seu dom, irrompeu na sala uma rameira velha a quem o sujeito e a gaja se tinham esquecido de enviar um convite. A marafona malvada estava tão furiosa que, logo ali, fez a terrível profecia de que a chavala, ao completar 16 anos, se picaria numa seringa infectada e morreria. E com uma terrível gargalhada desapareceu, deixando todos a mandar caralhadas.Porém, nesse momento, aproximou-se a puta mais nova e disse-lhes:
- Tenham calma, caralho! Ainda não concedi o meu dom. Não tenho poder suficiente para desfazer totalmente o que a perversa meretriz profetizou, mas posso modificá-lo. Apesar de se picar numa seringa, ela não morrerá. Ficará profundamente agarrada, em coma estupefaciente durante 100 anos até que um idiota qualquer a venha acordar.
O tipo mandou imediatamente proclamar pelo bairro todo um aviso especial, na esperança de poder proteger a chavala da maldição.
- Todas as seringas do bairro deverão ser queimadas, sob pena de real enxerto de porrada, mesmo sem excepção pós velhos e pós diabéticos.Todos obedeceram entregando as seringas com que chutavam o seu remédio e todas foram queimadas. Algum tempo depois não havia uma única seringa em todo o bairro.Passaram 15 anos. A chavala cresceu e tornou-se a mais bela crica do bairro, tal como as boas putas haviam predito. Já ninguém se lembrava da horrível maldição. No dia em que fazia 16 anos, a chavala andava a tentar esgalhar o seu cãozinho, mas ele fugiu e ela foi atrás dele até ao cimo de um antigo armazém de enlatados e encontrou uma velha com um objecto estranho.A chavala ficou tão curiosa que perguntou:
- O que é que está a fazer com essa merda, caralho?
- Estou a chutar, minha querida, esta cena dá uma moca! Queres um gostinho?
- Claro que sim, cota! Essa merda deve ser dos colhões! – Respondeu a chavala sentando-se ao lado da velha.Foi então que tudo aconteceu: Ao pegar na seringa ela picou-se e caiu no chão. A velha era a rameira má disfarçada.Foi só à tardinha que o beltrano a encontrou. Ele ficou profundamente fodido, mas a jovem puta entrou e disse:
- Não se preocupe! A chavala vai apenas dormir muitos anos. E eu vou drogá-los a todos para que adormeçam e que a chavala não se sinta sozinha quando acordar.E, conforme ia agitando um vibrador polvilhado de Morfex, todos os habitantes do bairro foram adormecendo, num profundo e janado sono.Dentro do bairro vida parou. Com o passar dos anos, as paredes de zinco foram crescendo em redor das barracas criando um muro invencível e espalhou-se o boato de que lá dentro vivia um terrível gang. Um agarrado que ali passava quis saber o que lá havia de verdade. Um velhote avançou e disse-lhe:
- Quando era miúdo o meu velho disse-me que tinha ouvido o avô contar-lhe que no maior casebre deste bairro, dormia uma chavala drógada!
O agarrado, que era tarado sexual, ficou excitadíssimo com a notícia e meteu-se a caminho do casebre. Foi com grande dificuldade que o agarrado conseguiu abrir caminho para entrar. Mal conseguia afastar as folhas de zinco do caminho.
- Da-se! Nunca vi merda assim na minha vida! – Queixou-se. Foi então que apareceu uma das putas e lhe deu uma serra eléctrica especial. Era muito grande e tinha uma gaja nua no punho.Com o auxílio desta ferramenta o agarrado lá foi abrindo caminho para o interior do bairro quando, de repente, um gang enorme o atacou com caçadeiras de canos serrados e pistolas de alarme modificadas. O agarrado protegeu-se atrás de uma folha de zinco e um raio de sol reflectiu-se na folha transformando-se numa luz fortíssima. O gang ficou ofuscado pelo clarão e o agarrado aproveitou para chinar a malta toda. O gang transformou-se na velha puta má e morreu ali mesmo.Mal o corpo da velha desapareceu, as folhas que cobriam o casebre também desapareceram e o sol voltou a brilhar. O bairro vivia de novo a Primavera ao fim de 100 anos. O agarrado tava varado com aquilo. E a putinha veio dizer-lhe:
- Foda-se! Tava a ver que nunca mais! Temos estado à tua espera. Agora tens de ir acordar a chavala.Ele dirigiu-se ao casebre e encontrou tudo a chonar. Palmou umas coisas e por fim entrou num quarto onde estava uma chavala, boa. Ele apalpou-lhe no rabo e beijou-lhe as tetas. E nesse momento ela acordou de um sono de 100 anos. O efeito do cavalo tinha passado e todos os habitantes do bairro começaram a acordar também.O sicrano fez um grande arraial para o agarrado e agradeceu-lhe dizendo:
- Podes pedir-nos o que quiseres.
- Não consigo pensar em nada que me faça mais feliz do que comer a sua filha de todas maneiras. – Respondeu o agarrado.O casamento do agarrado e da chavala foi abençoado por todos no bairro. As 7 putas vieram ao casamento e, desta vez, todos desejaram ao feliz casal a chegada breve de uma criança, já que o agarrado, com a ânsia, tinha-lhe ido à pinta sem preservativo…

sexta-feira, maio 26, 2006

Ou então de outra maneira, caralho

O dono de um teatro infantil estava no seu escritório a coçar os tomates. Aparece-lhe um gajo porta adentro e diz:
- Trago-lhe aqui um número que você tem que pôr em palco!
- Como é que é? – replicou o dono do teatro.
- É assim, entram no palco dois gatinhos bebés. A seguir entram mais dois bichanos, mas maiores. Deitam-se todos, muito queridos. Do nada entra um tigre siberiano. O felino dirige-se aos mais pequenos, olha para eles e também se deita. Entretanto, já estão os miúdos todos com medo que o tigre coma os bichaninhos. Mas não, o que acontece a seguir mete a criançada em delírio. O tigre pega de forma ternurenta pelo cachaço do gatinho mais pequenino e leva-o para um canto do palco. Faz-lhe festinhas com a cabeça e o gatito fofinho começa a querer brincar, rebolando-se. O tigre, farto daquela merda, vai-lhe ao cu. Os outros três gatos passam-se do pêlo e atiram-se ao tigre. Este não está com cenas e manda-se para cima dos petizes que assistem. Come dois ou três enquanto os outros aplaudem. Os três gatinhos entram para dentro da peida esfrangalhada do bichano que foi enrabado e que parece agora uma toca para a família toda. Aí se refugiam até que passe o banzé que o filho da puta do tigre armou entre a criançada. Uma mãe que assiste manifesta o seu desagrado pelo conteúdo programático da peça e é fodida pela besta siberiana que, não se tendo vindo aquando da violação do felino pequenito, esporra-se agora violentamente no útero da progenitora que, sendo uma grande puta, tem uma caverna que faz ecoar o jorro de meita animal. Não se contentando, o tigre decide brochar um puto ranhoso que se vai rindo na primeira fila. O puto não tem tesão e por isso o tigre decide dar melhor uso ao pequeno caralho e faz dele um snack agradável. Posteriormente, decide pôr o mesmo ranhosito a fazer-lhe uma mamada. O cabrãozinho, com a lágrima no cantito do olho, decide retribuir na mesma moeda e morde o marsapo do bicho, que cai prostrado em cima de três ou quatro gaiatas, esmagando-as. Os três gatinhos, que se mantiveram escondidos no cu do mais bebé, decidem sair da toquinha e sodomizam o tigre à vez. Claro que não com os próprios e incipientes caralhitos, mas com os braços das cadeiras da assistência que se partiram na queda do tigre que, coitadito, fica com o olho do cu mais aberto que o chapéu de um vagabundo que resida debaixo de um viaduto na Reboleira. Ao cabo de hora e meia, os três gatinhos fartam-se da brincadeira, batem uma pívea para dentro da boca escancarada da mãe que foi fodida pelo grande felino, voltam ao palco, pegam no amiguito que tem as patas traseiras à frente do focinho, limpam o resto de langonha dependurada dos respectivos piços ao pêlo do coitadito e abandonam o palco.
- Tem potencial. E como é que se chama esse número?
- Os aristogatos!

domingo, maio 21, 2006

Diz que aconteceu mesmo...

Indá dias contaram-me uma….
Entra um gajo no atrelado de um director de circo muito conhecido e diz entusiasmado:
- Shore Director, tenho aqui um número de chirco que acho que vai ter um suchesso tremeindo e que o shore podia integrar no programa aqui do chirco!!!!
- Então diga lá… - respondeu o director aborrecido.
- É um número familiar…. comigo, a minha esposa, a minha shogra, o mô filho, a minha mai nova e o Dick, o nosho pastor alemão.
- E então… - indagou o artista meio desconfiado.
- Então é ashim, entra-se todos, com trajes a condizer, a orquestra comesha a tocare música clássica, todos em fomatura fazemos uma vénia e depois começamos…. Primeiro a minha filhota põe-se de quatro e eu vou-lhe ao cuzinho e aperto-lhe os bicos das tetas com duas molas de roupa. Enquanto icho, a minha shogra faz um bico ao Lino, o meu rapazola. Entretantos, a minha esposa esgalha uma ao cachorro. A música toca durante uns minutos e depois faz uma pausazita. Aí começam só os tambores e a gente troca todos. Eu bato uma punheta de mamas à minha shogra e ela masturba-se, o Lino enrraba a mãe à força e a Soraya, a minha mais nova…., chupa o vergalho ao cão com toda a forcha. A orquestra toca durante mais uns minutos e depois faz uma pausa. Aí comecham novamente os tambores e a gente volta a trocar. Desta vez tá o rapaz a me fazer um broche enquanto me enfia dois dedos no cu e eu canto um faduncho, tá a minha filha a lamber a crica à mãe enquanto lhe enfia três dedos na peidola e a D. Laurinda, enquanto canta o Glória Aleluia, é comida pelo canito. A música toca e pára. Voltam os tambores e aí o Lino fode a boca à mãe até se esporrar na cara dela e eu vou ao cu ao cão enquanto a Soraya e a minha shogra o sheguram, é que o raio do cão é grande… Aos despois a orquestra pára novamente e a sheguir começam a tocar uma versão instrumental do hino da nossa terrinha!!! Aí, cada mulher agarra numa tocha de malabarismo, espalham-se pela areina, abrem as perninhas voltadas pó público, achendem a tocha e enfiam a outra pontita na cona, e enfiam, enfiam, enfiam, até esguicharem!!!! Enquanto isso, eu, no centro da areina, faço uma brochada ao Lino enquanto ele lambe os colhões ao Dick!!!! Depois de esguicharam, como tão ca vulva toda molhada, as mulheres enfiam a parte que tá a arder na cona e apagam as tochas!!!!A música pára, voltamos pó meio da areina, voltamos a fazer uma vénia e aí entra um daqueles seus cavalos ameistrados, daqueles branquinhos, todos adornados…. A minha shogra começa a lamber o caralho ao cavalo de ponta a ponta enquanto a Soraya chupa a cabeça. A minha esposa monta o bicho toda a nua e começa a esfregar a pinta no dorso. Entretanto eu sheguro no cavalo e o Lino deixa-se enrrabar pelo cão. Ficamos nisto até o cavalito se vir e lambuzar completamente a Laurinda e a Shoraya de gosma e a minha Gracinha mija-se em cima do bicho…. Ah. . já me ia esquecendo… a meio, eu troco co meu filho, vem ele shegurar o cavalo e eu vou chupar o cão até ele se vir na minha boca….Despois a música pára, levam o cavalito e eu e o Lino shubimos as cordas até lá cima ao trapézio. Aí, os dois de pé, pomo-nos a mijar cá pra baixo, directameite pra cima do mulherio, que tá de joelhos e boca aberta. Depois o mô filho vai pó trapézio e começa a balançar na horizontal, ganha balanço e eu ponho a piça em riste, baloiça, e sempre que vem até mim enfia o caralho todo na boca. E a orquestra sempre a tocar….musica clássica, claro. Lá em baixo as mulheres põem fatias de afiambrado e ketchape na cona pó cachorro as comer e lamber. No fim a geinte desce. Põe-se todos novameinte em barreira, mas desta vez de costas pó público, fazeimos todos uma vénia e começamos a cagar. Depois de tar feito o serviço o Dick começa a lamber e a cheirar a cagada e a gente sai da areina sem olhar pa trás!!!!!!! AH!!! O quê que acha!!???
- Ah Homem!!! Ca raio de número!!!! E que nome é que você dá a isso!!?? – Exclama o director escandalizado.
Ao que o homem responde orgulhoso:- OS ARISTOCRATAS!!!!!!