segunda-feira, setembro 27, 2004

A Génese do Nome

E eis que urge explicar aos estimados leitores, o porquê do apelido "cerveja morna".Pois bem.
Há muitos, muitos anos andava eu no 6.º ano, repetente ao cubo, na C+S da Damaia de Cima. Ainda era pouca a experiência na arte do fornicanço mas já fazia os mínimos pos jogos olímpicos do mastro arreganhado.
E numa dessas vezes em que fazia pela vida, levei a Lola, uma manceba do 8.º ano, pa trás do Pavilhão n.º 3, e aí desfrutei dum belo sorver de piça que esta me proporcionou. Coisa rápida pois o intervalo das onze não dava pa grandes cavalgadas. Feliz e contente, despachei-me a voltar às aulas pa não levar falta a Geografia.
Dias mais tarde, para meu assombro, vim a descobrir que aquela juvenil galdéria havia espalhado, assim como eu no seu bocal, por toda a escola e área circundante, que o melaço aqui do discente sabia a cerveja morna. Naquele momento, aterrorizado, pensei: "É o fim, se quiser algum dia dar mais uso ao sublime poste, com que Deus me abençoou, vou ter de me mudar pa Alverca..."
Mas desvaneceu rapidamente o desespero e o tão madrasto futuro que eu previa, nunca chegou, bem pelo contrário.
O facto é que passado uma semana, não havia fêmea que não quisesse degustar o tão afamado doce. Corri tudo o que era gaja com mamas das turmas 2 à 6, duas contínuas, uma directora de turma, uma cozinheira, duas mulheres da limpeza, três encarregadas de educação e duas professoras. Duas não, uma, porque a de Inglês levou foi na anilha.
E assim nasceu a narrativa, o mito e a lenda do Cerveja Morna, famigeradamente conhecido em toda a região da Grande Lisboa e arredores.Mas não pensem os fiéis leitores que aqui o jola tépida se restringe à capital pois os meus registos referem também bordoadas em grelos da Beira Interior, Terceira, Algarve e até Alto Minho. Mas isso é nas férias porque, normalmente, o pastoreio faz-se por aqui mesmo.

sexta-feira, setembro 24, 2004

Ode ao engate suburbano

Porque a dignidade do mesmo o impõe, caralho!

A noite tombara, bruta
sobre a silhueta urbana.
Eu saíra, em busca de uma puta
ou de qualquer outra fulana.
(desde que tivesse gruta)

Eram mais que tantas, colhões!
Da Musgueira à Charneca,
da Amadora a Famões,
e eu, às onze, ainda sem dar uma queca.

“Eu queria um McMenu”,
Ela pediu uma cola
só queria era estar nu
e vê-la a chupar na tola.

Andámos pelo Colombo
Vobis, Zara e Praça Central
Até que ela deu um tombo
E já não deu pró sexo anal.

Porém não me consternei,
e fomos até às casas de banho
aí chegados, não duvidei:
“vou-te à mesma ao lanho.”

Colégio Militar/Luz, ontem, às 23:57.

quarta-feira, setembro 22, 2004

Serei eu, afinal, a Enid Blyton portuguesa?

Induzido em erro, entrei ontem à tarde na livraria Bulhosa, em Entre Campos. Induzido em erro, não porque não estime uma boa leitura - um Henry Miller quando se está acamado e com comichão no escroto é sempre um par de minutos bem passados, já para não mencionar a despretensiosa posologia de um espermicida (se for em castelhano, ainda melhor) - mas porque esgaravatava um sítio para mijar, imperiais obligé.
Ora, foi nos meandros das prateleiras da bibliografia ameninada que encontrei os livros de Uma Aventura... Li, em fedelho, muitos deles, eternamente esperançado que as gémeas se agasalhassem mutuamente, e concluí que provavelmente faria um dinheirão se vertesse em prosa as minhas próprias aventuras. Mas, para além do conteúdo, mudaria apenas parte do título das referidas obras da literatura infantil portuguesa, porque as minhas façanhas ainda vão tendo algo em comum com as do bando de imberbes que protagonizava as narrativas esgalhadas pela Isabel Alçada e pela não sei quantos Magalhães.
Assim, onde se lia “Aventura”, ler-se-ia “Foda”. Tudo o resto se conservaria: Uma Foda no Porto, Uma Foda na Falésia, Uma Foda Entre Douro e Minho, Uma Foda na Escola, Uma Foda Alarmante (que oportunamente explanarei neste espaço, pela curiosidade que a caracteriza), Uma Foda no Ribatejo (foda fraquinha, esta...) e ainda muitas outras, que as autoras lusas – por falta de audácia, decerto - não despejaram no papel. Refiro-me, nomeadamente, a Uma Foda no Cacém e a Uma Foda na Sala de Jogos ao Pé do Centro Comercial das Olaias. Os ávidos editores, naturalmente encandeados pelo brilhantismo da ideia, podem deixar os respectivos contactos na caixa de comentários. Quiçá darei cavaco.

terça-feira, setembro 21, 2004

Ciganadas

Faz Quinta-feira quinze dias, tinha eu ido à Boa Hora testemunhar a favor dum chavalo cigano meu conhecido. Era acusado de tráfico de droga. Fui lá dizer que não…, que era bom rapaz…, que ia à escola…, que não se metia nessas coisas… Mal sabiam eles que este ciganito filho da puta é um agarrado de primeira, mais analfabeto cum parafuso, bate na mãe, faz hábito de comer as irmãs à força, enfim… Mas isso agora não interessa.
Como eu dizia, tava eu a caminho da estação do Rossio pa apanhar o comboio pa Rio de Mouro, a fins de ir ter com a minha marafona da semana, e pelo caminho apreciando a casta metropolitana feminina, quando eis que me aparece um encavado de primeira apanha que dispara logo esta: - Desculpa mas não resisti fofura, queres ir a minha casa tomar um copo e mais qualquer coisa? Faço o que quiseres…
O meu primeiro instinto foi gritar logo: - Põe-te mas é nas putas cabrão, senão fodo-te de tal maneira por dentro que nunca mais mijas de pé!!!!
Mas depois lembrei-me que este suga-piços se calhar já mijava sentado mesmo, e mais importante, que o Virgílio, o tal ciganito, me tinha ficado a dever uma. Por isso, engoli em seco e respondi: - Agora não posso que tou atrasado… mas se quiseres podemo-nos encontrar no jardim do Liceu Camões, lá pás onze e meia, ao pé do coreto. E ficou combinado.
Eu nem apareci, fui martelar o cu à marafona, mas diz quem viu que tal espectáculo nunca havia sido presenciado naquela distinta zona: Uma bicha toda esgroviada, de camisinha de rede preta aberta até ao umbigo e calça negra de napa, a correr Duque de Loulé abaixo, a gritar que nem uma desvairada, com sete ciganos encorpados no encalço, armados de paus e pedras a tratá-la de muito maus modos. Pena foi o Virgílio ter ido de cana na mesma….

Uma tragédia no concelho da Amadora

A semana transacta, peregrinava eu pelas supimpas avenidas da Reboleira, parei num semáforo e constatei que, na viatura ao lado da minha, a papaia era da fresca. A loirita olhava em frente, e as janelas do Opel Corsa faziam adivinhar uma prateleira que aguentava com a minha colecção do Asterix, em capa dura.
Para chamar a atenção do apreciável exemplar, aumentei ligeiramente o volume do rádio. Por muito que me custasse, lá gramei com os Coldplay uns decibéis acima do aconselhável (em rigor, uma unidade de decibél), mas foi bulício que me indemnizou inteiramente. A gaja olhou e eu atirei logo: “És daqui?” A menina riu, puxou o cabelo para trás da orelha e acenou que sim. “Encosta aí que vamos beber um café”, ordenei, enquanto acabava com a agonia do sonoro (cabrões dos ingleses, lixam-me o subwoofer todo, pá...).
A tipa saiu do carro, umbiguinho no sítio, tetas conforme prometido, mas no entanto ostentava um semblante mais sério do que se augurava. “Vamos ali à esplanada do Vermelhão da Reboleira”, sugeri, alheio à desconfiança da fêmea. Passaram-se cinco minutos de incipiente diálogo, quatro dos quais foram passados a fixar-lhe as mamas. Ela não ria por aí além e notei até algum constrangimento. Como sou um gajo preocupado, perguntei: “Foda-se, estás mal dos cornos, ou quê?”. Ela respondeu que estava bem, mas que já lhe tinham falado de mim e que já sabia como é que ia acabar a tarde: bem disposta, mas sem a sensação de estar a construir um futuro a dois (alguém se desbroncou sobre o meu modus operandi, desconfio desta puta).
Sou uma besta honesta e resolvi precipitar o fim do adventício encontro, até porque para mim o futuro a dois passa por um casal de lésbicas na banheira lá de casa. Entabulei negociações e concordámos em resolver o impasse com uma foda mal alinhavada nas casas de banho das Galerias Comerciais Buenos Aires, na transversal da Escola C+S n.º 4 da Amadora – “para que fiques bem disposta, e quem sabe se não há aqui um amanhã (as merdas que um gajo profere para cerrar a viga em seio farto!), vais ver que te divertes...”
Para lá fomos e lá nos viemos. Falo por mim claro, que nestas andanças do sexo não gosto de me meter na vida dos outros. Enfim, achei que já tinha metido o mais importante.

sexta-feira, setembro 17, 2004

Grandes Superfícies

De vez em quando, vou a Alfragide, ao Montijo, Barreiro e até já cheguei a ir a Odivelas, armar a puta da confusão nos Hipermercados. Aproveitei pa ir a Alfragide no fim de semana passado porque com o regresso às aulas, aquela merda tava à tulha.
Pa começar gosto de ir à zona dos brinquedos e sem dar nas vistas abrir umas quantas caixas de legos, action men, playmobil e outras tralhas. A canalha logo que vê aquilo tudo fora da caixa desata logo num alvoroço que parece que o natal chegou mais cedo. Passados 5 minutos aquela merda já parece que explodiu um Toys ‘r Us. É só cacalhada pelo chão e os asnos dos funcionários a tentar arrebanhar a miudagem e ao mesmo tempo tentar salvar os tarecos.
Depois, vou experimentar roupa. Pra quê? Pa poder arrancar os alarmes das vestimentas. Pra quê? Pa pôr, com jeitinho, nas malas das gajas, bolsinhas das pitas, carrinhos de bebé, sacos dos putos, enfim… Quando a malta vai pa pagar as cenas e passa pó lado de lá, começa a Rave e a bruta confusão.
Lá pa meio da tarde dá-me a fome. Por isso faço um lanchinho reforçado. Chocolates, coca-colas, jolas, bolachas, iogurtes, até latas de atum. Depois é só deixar as caixas e embalagens nalguns carrinhos, de preferência pertencentes a mulherio com putos e maridos, e ficar, enquanto se faz a digestão, a ver os putos a levar na boca porque comeram uma caixa inteira de “chipmix” e os gajos nas orelhas porque se puseram a mamar cerveja.Mas a minha preferida é, e só podia ser, sacar gajas, da caixa, do talho, dos legumes, em tudo o que é secção.Esta última, tava de turno nos gabinetes de prova. E Como é da praxe, lá experimentou, no cubículo, se o mangalho aqui do jovem lhe cabia todo na boca. E como se costuma dizer, cabeu….

quarta-feira, setembro 15, 2004

Ok, eu seguro

A Ok Teleseguro, apesar de ser uma seguradora e só por isso merecer o meu infindável asco, mudou a campanha publicitária, o que muito me apraz. Agora temos uma tipa a ligar para a Marta, queixando-se que tem um furo e já não temos que gramar com um paneleiro que se vê à rasca para sacar boleia a uma mamalhuda e deixar o Fiat Uno na berma da Calçada de Carriche. Foda-se, gajos sem imaginação nem deveriam poder tirar a carta de condução. Ao menos batia um coiro decente à Marta, daqueles que o meu avô sabiamente me leccionou na esplanada da estação de comboios de Mem Martins.
O novo anúncio da empresa, embora aparentemente inocente, provoca em mim uma sensação de gozo e alegria que já não sentia desde que a TVI dava o Jogo do Ganso e eu esgalhava uma canhota em cada uma das quatro partes do concurso. Olho para aquilo e vejo – nitidamente - a segurada e a operadora telefónica engalfinhadas uma na outra em cima do capot do carro, reluzentes e escorregadias de tanto esfregarem Castrol GTX nas tetas uma da outra. Cena verdadeiramente angélica e justificativa de tantos calendários que pendem nas paredes cinzas de diversas oficinas por essas estradas fora. O macaco, esse, sou eu, com a diferença que não baixo. As oleosas deleitam-se com a pujança do instrumento como se não lhes tratassem do furo há mais de uma década. A noite, enfim, cai. Eu bazo, porque o Benfica começa às oito e meia. Elas vão para casa de autocarro porque não sou criado de ninguém para andar a mudar pneus. Elas que chamem os maridos.

Como uma virgem? Não, obrigado

Não compreendo como é que anda tudo maluco com os concertos da Madonna. Por muito menos que o preço do bilhete se faz a ligação à net e vê a gaja nua - e caralho para a expressão “como veio ao mundo”: quando a vaca da mãe dela a pariu, a puta nem mamas tinha, qual era o interesse? - e a encherem-lhe o pavilhão à bruta, diligência de sobremaneira do agrado da cantora.

sexta-feira, setembro 10, 2004

Histórias de descompressão... sobre descompressão

Esta cena nojenta que aconteceu em Beslan, Ossétia do Norte, fez-me lembrar dois bonitos episódios que eu meritoriamente protagonizei:
O primeiro ocorreu na escola preparatória onde andava. Fui para trás do ginásio curtir com a Sílvia. Linguado para aqui, apalpão para ali, acabou com ela a amansar-me o poste oblíquo. Não percebi muito bem o que se passou, mas a surpreendente mamalhuda parecia executar as tarefas com mestria e afinco.
O segundo ocorreu num espaço confinado, e por isso também me vem à memória. Tinha acabado de galgar uma tipa, quando ela me explicou que a colega de casa devia estar a chegar. Retorqui: “epá, agora estou um bocado cansado, mas também não quero decepcionar a moça...”. Ela explicou-me por fim, já com a boca lavada, que eu tinha era que bazar que a gaja era muito católica e que por isso podia levar a mal. Ainda me lembro de responder: “essas freirinhas só gostam mesmo de levar a mal, as taradas... até parece que levar a bem é pecado...”. Desfeito o mal-entendido, e perante uma súbita vontade de expurgar uma valente fartura de merda do meu nobre corpo, resolvi apressar-me a fim de obrar no sossego do lar. Mas aí começou a aventura...
Ainda no elevador do prédio da gaja – e acompanhado por uma velha estuporada -, o cabrão parou-me entre o segundo e o terceiro piso! Toquei o alarme, bati na porta, mas tudo em vão. E a puta da pensionista a olhar. E a merda a bater em retirada. Como os gajos da Thyssen ou da Otis não pensam nas necessidades mais humanas, tive que começar as negociações: do outro lado da porta do elevador estava o porteiro, acompanhado do marido da velha. Esta era surda e não compreendia a gravidade da situação. Da minha e da dela, porque eu não aguentaria muito mais. Finalmente, berrei uma das minhas melhores frases de sempre: “EPÀ FODA-SE TENHO-O À PERNA! ABRAM-ME ISTO OU VAI PARA O SACO TÉRMICO DA SENHORA!”. A velha (tratei-a por senhora porque a isso fui educado) continuava a sorrir e só parou quando, já fora do ascensor, o marido abriu o saco e lhe explicou o que lá estava dentro.
Já me perguntaram como é que aquilo lá tinha ido parar sem a octogenária reparar. Digo apenas que foi tudo muito rápido. Ofusquei-a com o callipo ainda reluzente da mais recente empranchada, ela cegou momentaneamente, e aproveitei para me aliviar. E não, não é engano ela ter continuado a sorrir até olhar para dentro do saco térmico.

quarta-feira, setembro 08, 2004

What to eat?

Faz agora quinze dias, perguntaram-me o que acho das mulheres portuguesas, ao que retorqui: Então, meu caro, nunca provaste cona lusa?
Dissipado o mal entendido, teorizei: as fêmeas que neste rectângulo pululam são do melhor que há, mas não são parcas em defeitos. Refiro-me, especificamente, ao putedo famoso. É que foda-se, não se aproveita uma. Ao que inquire o leitor: Estás-me a dizer que não comias uma Isabel Figueira? Uma Alexandra Lencastre? Uma Marisa Cruz?
A este gajo incauto eu diria ah pois não, não comia! É claro que comia, regurgitava (lá para dentro...) e voltava a comer, não querendo saber se ainda estava ou não no meio da digestão.
O problema que então (também) se levantava era outro: Comia eu e comia tutti quanti. É claro que seria divertido, que me ficaria a rir, mas colhões, aparecer aí nas revistas não valia o sacrifício quando há para aí tantas tetas iguais ou melhores sem a quilometragem das referidas.
Na verdade, e deambulando por Lisboa (Amoreiras é um bom spot, Guincho é outro, Caparica é um clássico), o nível da espécie feminina não sai dos píncaros e apresenta a vantagem de não vir com trabalhos acrescidos. Para que os mais primários percebam, é a diferença entre alugar um Ferrari ou comprar um Porsche. O Ferrari é porreiro mas dá uma carga de trabalhos e tudo o que é palhaço sabe que lá andamos; o Porsche é ainda melhor, não dá tanto nas vistas e dura muito mais, sempre a dar pica. Para os ainda mais elementares, que nem com um caralho de uma analogia lá vão, substituam Ferrari por Damaia e Porsche por Portas de Benfica, que ficam com uma ideia. E saiam do blog porque não são o público alvo.
Para concluir, embora se imponha um post dedicado exclusivamente ao tema, urge referir que caso a engatada (e já não estou a falar de carros, pá, saiam do blog!) seja uma betinha com cara de quem se constipou porque não deixou secar a meita antes de sair lá de casa, ainda vale mais, porque comer uma dessas é raro. Pelo menos a avaliar pelo nível de má disposição que amiúde apresentam.

segunda-feira, setembro 06, 2004

E a Maxmen já foi melhor

Os gajos da Men’s Health são panascas. Há alguns que não são, mas como são paneleiros a teleologia da primeira afirmação não fica afectada. Pensa o leitor mais provocador: “como é que sabes, pá?”
Oh foda-se, então se não fossem punham aqueles gajos na capa? Depois os rabetas acham que conseguem disfarçar ao anunciarem rubricas tituladas por “Ponha-a louca!” e “Faça-a ter um orgasmo!”. Claro que o recurso ao género feminino não é mais que um infeliz engodo que, pela sua imbecilidade, tem tanto sucesso como o Del Neri à frente da equipa do Porto. Na verdade, o género feminino refere-se às bichas malucas a quem os colaboradores do pasquim mensal consagram o pacote, a céu aberto, como se não houvesse o quarto de hora a seguir.
Um pequeno caso prático ilustra pitorescamente esta minha teoria: entrar na sala ou no quarto de um gajo e deparar com uma capa daquelas. Este gajo não suga caralho alheio, querem ver? Indubitavelmente suga! E mais não sugará porque deve passar o dia nas compras ou a tentar escrevinhar umas palavritas para pôr na revista.
Os gajos da GQ também padecem do problema das letras e das palavras e nem lhes falem em pontuação, mas compensam pelo nível da fauna – mas nem por isso da flora – que exibem nas páginas do fanzine.