What to eat?
Faz agora quinze dias, perguntaram-me o que acho das mulheres portuguesas, ao que retorqui: Então, meu caro, nunca provaste cona lusa?
Dissipado o mal entendido, teorizei: as fêmeas que neste rectângulo pululam são do melhor que há, mas não são parcas em defeitos. Refiro-me, especificamente, ao putedo famoso. É que foda-se, não se aproveita uma. Ao que inquire o leitor: Estás-me a dizer que não comias uma Isabel Figueira? Uma Alexandra Lencastre? Uma Marisa Cruz?
A este gajo incauto eu diria ah pois não, não comia! É claro que comia, regurgitava (lá para dentro...) e voltava a comer, não querendo saber se ainda estava ou não no meio da digestão.
O problema que então (também) se levantava era outro: Comia eu e comia tutti quanti. É claro que seria divertido, que me ficaria a rir, mas colhões, aparecer aí nas revistas não valia o sacrifício quando há para aí tantas tetas iguais ou melhores sem a quilometragem das referidas.
Na verdade, e deambulando por Lisboa (Amoreiras é um bom spot, Guincho é outro, Caparica é um clássico), o nível da espécie feminina não sai dos píncaros e apresenta a vantagem de não vir com trabalhos acrescidos. Para que os mais primários percebam, é a diferença entre alugar um Ferrari ou comprar um Porsche. O Ferrari é porreiro mas dá uma carga de trabalhos e tudo o que é palhaço sabe que lá andamos; o Porsche é ainda melhor, não dá tanto nas vistas e dura muito mais, sempre a dar pica. Para os ainda mais elementares, que nem com um caralho de uma analogia lá vão, substituam Ferrari por Damaia e Porsche por Portas de Benfica, que ficam com uma ideia. E saiam do blog porque não são o público alvo.
Dissipado o mal entendido, teorizei: as fêmeas que neste rectângulo pululam são do melhor que há, mas não são parcas em defeitos. Refiro-me, especificamente, ao putedo famoso. É que foda-se, não se aproveita uma. Ao que inquire o leitor: Estás-me a dizer que não comias uma Isabel Figueira? Uma Alexandra Lencastre? Uma Marisa Cruz?
A este gajo incauto eu diria ah pois não, não comia! É claro que comia, regurgitava (lá para dentro...) e voltava a comer, não querendo saber se ainda estava ou não no meio da digestão.
O problema que então (também) se levantava era outro: Comia eu e comia tutti quanti. É claro que seria divertido, que me ficaria a rir, mas colhões, aparecer aí nas revistas não valia o sacrifício quando há para aí tantas tetas iguais ou melhores sem a quilometragem das referidas.
Na verdade, e deambulando por Lisboa (Amoreiras é um bom spot, Guincho é outro, Caparica é um clássico), o nível da espécie feminina não sai dos píncaros e apresenta a vantagem de não vir com trabalhos acrescidos. Para que os mais primários percebam, é a diferença entre alugar um Ferrari ou comprar um Porsche. O Ferrari é porreiro mas dá uma carga de trabalhos e tudo o que é palhaço sabe que lá andamos; o Porsche é ainda melhor, não dá tanto nas vistas e dura muito mais, sempre a dar pica. Para os ainda mais elementares, que nem com um caralho de uma analogia lá vão, substituam Ferrari por Damaia e Porsche por Portas de Benfica, que ficam com uma ideia. E saiam do blog porque não são o público alvo.
Para concluir, embora se imponha um post dedicado exclusivamente ao tema, urge referir que caso a engatada (e já não estou a falar de carros, pá, saiam do blog!) seja uma betinha com cara de quem se constipou porque não deixou secar a meita antes de sair lá de casa, ainda vale mais, porque comer uma dessas é raro. Pelo menos a avaliar pelo nível de má disposição que amiúde apresentam.

Muito bom.
Também sou fã de humor escatológico