Canzana na Gata: uma Cinderela chamada Vanda
Na senda do post anterior, recordei um bonito e infantil episódio ocorrido há uma década atrás: Eu gostava muito das tetas da Vanda e ansiava por lambê-las, ingenuamente como se de um corneto de morango se tratasse, com a brevidade possível. A dita menina, porque vivia com a madrasta, escassamente punha as patas na rua - qual gata borralheira - e a puta da falsa progenitora não me queria a rondar o T2 da família.
Resumindo uma história mais ou menos longa, apanhei a ruim madrasta nas traseiras do supermercado Grula, arrefinfei-lhe com uma litrosa de Sagres na nuca que a pôs inconsciente, senti-lhe o papo de cona, rumei a casa da Vanda e estreei-a como se não houvesse jornada no domingo seguinte. Do sapatinho nem vê-lo, mas durante a punheta de mamas, ela disse "serve na perfeição", por isso acho que cumpri os requisitos. Ah, falta um! A abóbora! Eram duas, meus caros! E tinham mamilos.
