quarta-feira, março 30, 2005

Ele há histórias do caralho

E esta é uma delas.
Era uma vez um filho da puta de um vizinho meu que se chibou à Netcabo que eu tinha uma ligação ilegal. Se ele enrabasse mas é a senhora sua esposa já eu não tinha que o fazer, olha que merda! Técnicos à porta a cortar-me o acesso à intenet, carta a mandar vir e que vai para tribunal e a puta que os pariu. Por isso este interregno nos meus nacos de prosa. Claro que podia escrever em casa das gajas que aqui, ali e acolá vou papando, mas nestas lides literárias preciso de inspiração. Para além do mais, assim que começava a escrever no habitat de uma delas, logo a seguir à fodanga, vinham logo pedir mais e acabavam com a peida em cima do teclado, que por sua vez ficava todo partido. Em compensação, várias ficaram com as teclas marcadas nas nádegas, o que me divertiu amplamente.
Bom, resumindo que ainda tenho muito site porno para ver: comi uma gaja do Ministério Público que arquivou o processo. Para confirmar a extinção do imbróglio, fodi uma funcionária da TVCabo e agora até lhe ando com a prima.
A questão do vizinho também se resolveu. Pedi ao Tó das Antenas que lhe fizesse uma ligação pirata mas, ao contrário do que seria de esperar, não o denunciei. Preferi chantageá-lo, mandei-o para casa da mãe em Freixo de Espada à Cinta e andei-lhe a foder a filha durante um fim de semana prolongado. O gajo nem pestanejou porque está a contar em candidatar-se aqui à freguesia nas próximas autárquicas. Mas não se preocupem porque entretanto, aproveito o balanço da mulher e da filha e também lho meto no cu como se não houvesse amanhã.

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