quinta-feira, junho 30, 2005

Aquela cujo nome sei lá

Como havia referido, aqui começa uma série de relatos sobre o efeito do Verão nas universitárias pêgas que por aí pululam. Abro com as daquela universidade que fica ali do lado direito da 2.ª circular para quem vai para a Damaia ou lado esquerdo para quem vai para a Catedral: o Centro Colombo, claro está.
O nome da mesma, pela sua insignificância, não o sei. Sei que por lá se ensina (boa piada, esta) comunicação social e marketing, que é algo que geralmente quem tem dois caralhos de testa aprende vendo dez minutos de televisão por semana, enquanto bate uma senhora punheta.
Conheço de vista, vai para uns anos, o rêgo a uma das éguas que por lá troteiam. A puta mora ali à Estrada de Benfica e tem uma memorável peida que enverga a todo o tempo umas magnifícas Levi’s 501. Anda de t-shirt para dentro das calças o que provoca a ilusão óptica de que o tecido não toca nas tetas. O senão desta fêmea é ter a mania das tosses e infelizmente não me refiro ao engasgar-se com a minha esporra no pós-broche. Ostenta o nariz mais empinado que o meu mastro e não gosto disso.
Tentei por diversas vezes trocar uns olhares, mas a sicrana nunca envidou interesse.
Porém, na semana transacta os planetas alinharam-se com os meus colhões e a betinha deu finalmente troco, ou não fosse uma grande puta. Estava calor e ela devia ansiar por despir a ganga. Para mais, a burra cavalgava a entrada do edifício e foi aí que ficou a saber que não obstante a própria ignorância, passara de ano. Apanhei-a ao pé das casas de banho e meti-lhe a mão na peida. Era tal a grossura do tecido que nem sentiu, e só quando eu lhe perguntei “na tua ou na minha?” é que ela, estúpida, percebeu os meus intentos. Ela disse que podia ser na dela, pensando que eu me estava a referir a casa, quando na realidade eu pensara sempre nas casas de banho. Fomos para a dos cabrões, pus à porta o aviso de “limpeza das instalações sanitárias”, que foi respeitado à risca durante a hora e quarenta e cinco da contenda porque os paneleiros locais até temem os próprios pintelhos.
Tirei-lhe as calças e aí ia perdendo a tesão! Não é que a fufa tinha uma peida mais descaída que o túnel do Rossio? Era tudo marketing, o que aliás justifica a opção da chavala na escolha do curso! Para castigo de tamanha desilusão, fui-lhe ao olhinho durante hora e meia. Os últimos quinze minutos foram para a punheta de mamas, existência das quais eu havia esquecido, tão arreliado estava com a inadmissível qualidade do cu.
Mas nem tudo foi uma maçada, como fiz parecer com este meu relato. Em boa verdade, passadas umas horas, já na paragem de autocarro do Fonte Nove se discutiam os meus feitos, o que revela a eficácia dos cursos de comunicação e publicidade leccionados no estabelecimento que tive oportunidade de visitar. Não que precise, mas espero que a publicidade traga mais clientela.

O meu piço não seca vai para duas luas novas

É verdade: algumas universitárias começaram a gozar férias e eu faço o mesmo com elas. Seguem-se os relatos, abrindo - como é de lei - com as sonsas (mas de suco vaginal salgado) das meninas de marketing daquela escola que fica ali a Benfica e a acabar com as palhaças do núcleo Chapitô da Nova da Caparica. Pelo meio - sempre como é de lei - narrarei os mui nobres feitos das ninfas da Lusíada.

quarta-feira, junho 15, 2005

ELÓ, AO AR IU?

Hoje decidi debruçar-me, no sentido literário do termo e não no físico porque esse deixo ao gajedo de que normalmente usufruo, sobre uma raça de gaja que muito aprecio e que costumo denominar por “Estranjas”, vulgo “Bifas”, “Camonas” ou “Saloias de Fora”.
Tal género apresenta colossais vantagens, no que respeita à prática do apelidado “fodilhanço”. Ora vejamos.
Na maior parte dos casos, esta espécie não fala a língua, daí a relação ser parca em conversa, dando tais espécimes, uso à mencionada língua, para outros fins mais lascivos como sejam um essencial lamber de tomateiro ou de cabeça de nabo.
Normalmente também não arriam âncora muito tempo, dada a caducidade do visto ou à reduzida estadia, pelo que primam pela qualidade da chamada “foda esporádico – transitória”, ou seja, quando começa a fartar, põem-se nas putas.
É de referir a circunstância de muitas delas virem carregadas dele (refiro-me à guita), o que se revela deveras conveniente em situações de financiamento de copos, saindo-lhes mais tarde pela culatra, tal a borrasca auferida, dado o facto de eu lhes calçar pelo cu.
É de salientar ainda, que muitas delas, oriundas de países desenvolvidos, de mentalidades modernas, não levantam qualquer objecção ao fodanço a três, com apenas um terço de gajo, pelo que não raras vezes ocorreu já comer duas coelhas com uma cajadada só....
E por fim, mas não menos importante, na maior parte dos casos vêm desacompanhadas de pastor, facto que fornece uma relativa descontracção no que respeita à vingança dos encornados.
Em conclusão, recomenda-se seriamente este tipo de iguaria sem desaproveitar ou ignorar, no entanto, a qualidade da chicha lusitana.