terça-feira, julho 05, 2005

A burra e a menos burra

Giro agora em direcção às putas do Técnico. Não almejo discorrer sobre as meretrizes que fazem do comércio da cona o seu ganha-pão, e que exercem funções ali à António José de Almeida com a Alves Redol, mas sim sobre as pupilas do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa.
São elas duas. “Só duas?”, pergunta o tão medroso leitor que nem comentários se atreve a deixar aqui no Cerveja. Sim, só duas. Claro que falo apenas das fodíveis, que de fulanas de barba, bigode e farta pintelheira não reza a minha história. Ou se calhar até reza uns Pai Nossos, mas estaria eu concerteza com uma cadela maior que a Bárbara Guimarães que não me permite recordar a noite de afunda-ratas com a feiosa universitária. A ter tido lugar, deve ter sido num dos arraiais deles que, caralho, com os Sitiados ou não, eram local de eleição no que às tosgas diz respeito. Mas tergiverso: importante são a Cátia e a Sílvia, as únicas raparigas do Técnico dignas desse substantivo.
A Cátia é gaiata fresca, que gosta de dar broche e da segóvia de tetas. É burra mas lá vai fazendo umas cadeiras, fazendo os assistentes nas mesmas. Já desflorou dois regentes, cinco assistentes, meio Conselho Científico e o Sr. Aníbal da portaria, o que lhe permite estacionar o Peugeot 206 no parque dos professores. Ao contrário de todos estes panascas que não fazem ideia do que lhes aconteceu – um deles até pensava que sexo só dava para fazer através da internet – eu dei à menina Cátia um arraial à moda da casa dela. Meti-lhe aqui a torneira das imperiais pela Alameda acima, no laboratório de Engenharia Química. A moça não fode muito bem, mas como tem gosto no que faz, disfarça. Enfim, foram três horas de exame bem passadas.
A Sílvia, que em relação ao grelo anterior apresenta mais dotes - quer para os estudos quer para a técnica da foda - tem peida refinada, apesar do diminuto par de marmelos. É por isso mais recatada, a vaca. Por coincidência, também a fodi no laboratório de Engenharia Química. Como foi a segunda vez que por lá passei, lembrei-me de me esporrar para dentro de um tubo de ensaio (punheta cortesia da Sílvia). Foi engraçado, sobretudo quando meti uma lamparina por baixo e o leitinho começou a ferver. Deixou um aroma no ar que ajudou a disfarçar o intenso cheiro a cu assado da técnica discípula.
Resumindo, para os estúpidos que não perceberam, o Técnico é parco em gado, mas uma ida ao local não é dispicienda. Há é que procurar, pá.

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