sexta-feira, dezembro 30, 2005

Histórias Encantadas Suburbanas

Há muitos, muitos anos, num suburbano bairro de Lisboa (Musgueira – Sul), vivia um gajo com a sua filhinha, à qual pôs o nome de Branca de Neve, por ela, durante 3 ou 4 anos, ter andado agarrada à coca. Agora que tava limpa, era uma gaja bem boa.
Passado algum tempo, o gajo chinou a mulher e enterrou o cadáver num baldio junto ao bairro da cruz vermelha, para poder casar, mais tarde, com uma tipa brasileira, puta de profissão, belíssima, mas extremamente cruel e, além disso, feiticeira, lá daquelas merdas de pai de santo, vudu ou o caralho, e que desde o primeiro dia tratou muito mal a menina.
Quando o gajo lerpou, …foi cos pés pá frente, …marou, a feiticeira, vendo que a Branca de Neve estava muito bonita, pô-la a render, a aviar clientes junto ao nó do Campo Grande. A Gajona feiticeira todos os dias enviava uma SMS pó serviço Espelho Mágico (€1,20 + IVA), a perguntar quem era a mulher mais tesuda do mundo. De todas as vezes o espelho respondia que era ela.
Um dia, ao enviar a habitual mensagem, o espelho respondeu:
-Tu dás tesão, mas a Branca de Neve dá muito mais.
Louca de ciúmes, a malvada brasileira pediu a um dos seus chulos que fosse com a Branca de Neve até Monsanto e lhe mandasse desta pa melhor. Como prova que havia cumprido tão infame acto, deu-lhe um cofrezinho para trazer o coração de Branca de Neve.
Quando o proxeneta ia cometer o horrível crime, teve pena da pobre princesinha e poupou-lhe a vida, porque ela lhe fez um grande broche, como nunca ninguém havia feito, e deixou que ele a enrrabasse com força, mas preveniu-a que fugisse para o mais longe possível. Depois, para poder levar à Puta – Mor, uma prova que havia obedecido às suas ordens, matou um gato e colocou o coração do miau dentro do cofre.
A Branca de Neve andou pelo bosque até ao anoitecer, despachou dois ou três clientes, e quando estava muito cansada, deixou-se sentar na paragem de autocarro, onde adormeceu profundamente.
No dia seguinte, quando acordou, viu-se rodeada pelos pequenos animais da floresta: ratazanas, baratas, cães vadios, dos quais ficou logo amiga. (Nesta altura alucinava porque um dos clientes tinha-lhe dado mescalina pa tomar) Quando lhes contou o que tinha sucedido e que não tinha para onde ir, os animaisinhos fizeram-lhe sinal para os seguir.
Depois de muito caminhar, chegaram a uma barraca no centro do bosque.
Dentro, tudo era pequeno. Tanto as mesas, como as cadeiras, como os colchões que havia no andar de cima, aquela merda parecia uma casa de bonecas. Por todo o lado reinava a desordem e tava tudo cagado. Pelo tamanho das coisas e dos móveis, a princesa pensou que a barraca seria habitada por crianças fugidas do reformatório. Resolveu então dar uma arrumação naquele antro e a casa não tardou a ficar toda arrumada. As roupas limpas, os móveis sem pó e os utensílios de cozinha brilhavam de tão limpos estarem. Pouco depois um alegre fogo ardia num bidão velho da GALP, no centro da barraca. A Branca de Neve estava cansada. Foi para o piso superior e, juntando três colchões, deitou-se. Pouco depois adormeceu.
Quando anoitecia, 7 pequenas personagens encaminhavam-se para a barraca do bosque cantando uma alegre canção “Hip Hop” do género “Gangsta Rap”. Eram os gajos da casa onde Branca de Neve descansava, mas não eram crianças, eram sete anões pretos. Todos eles, menos um, tinham os vergalhos enormes. Vinham de trabalhar na sua oficina de bate chapas, que desmontava carros roubados, cuidadosamente escondida no bosque. Quando chegaram à casinha ficaram surpreendidos ao verem as luzes acesas e tudo tão limpo e arrumado. Começaram a revistar toda a casa. De repente encontraram Branca de Neve, que ainda dormia.
Quando a princesinha acordou, eles apresentaram-se: o Dorminhoco, (porque andava sempre a Xanax), o Envergonhado (dizem que devia ser meio paneleiro), o Miudinho (o único que tinha piça pequena), o Feliz, (tava sempre todo janado por causa do cavalo) o Atchim, (andava sempre a espirrar por causa da coca) o Sabichão (que tinha a quarta classe incompleta) e o Rezingão. (que já não fodia fazia mais de seis meses). Ela contou-lhes todas as aventuras por que tinha passado. Os anõesinhos reuniram-se e resolveram fodê-la todos em grupo. Naquela noite, preparou-lhes uma boa ceia e, a seguir, fizeram uma festa em que todos lhe foram ao cu.
A malvada puta não tardou, por meio do espelho mágico, a saber que Branca de Neve continuava a ser a gaja mais tesuda do Mundo, e o lugar onde se encontrava. Louca de fúria, decidiu acabar pessoalmente com a raça da princesinha. Para isso, utilizando um pulverizante industrial tóxico, envenenou uma sandes de couratos. Quando Branca de Neve a comesse, cairia de sono, como morta, e depois seria enterrada, mas viva.
Assim, a Brasileira foi até à casinha dos anões pretos, decidindo aproximar-se de Branca de Neve quando os seus companheiros fossem para a oficina. Quando os viu partir, foi junto da princesinha com a desculpa de pedir-lhe uma esmola pó Sto. António. Depois, mostrando vontade de recompensá-la, deu-lhe a bela da sande. A Branca de Neve engoliu-a e caiu no chão.
Avisados pelo sentinela da oficina, os sete anões correram para casa. Todos traziam as suas ferramentas e duas ou três caçadeiras de canos serrados para defenderem a sua querida princesinha e empregada pa todo o serviço. Quando chegaram junto da sua amiguinha viram que estava caída no chão como morta e a horrível bruxa que fugia num Fiat Uno vermelho. Imediatamente se lançaram em sua perseguição com vontade de a castigar como merecia.
A madastra, para escapar aos seus perseguidores, ia na esgalha, o que foi a sua perdição porque numa curva apertada à entrada da A5, o carro despistou-se e foi-se enfiar de frente contra um muro de pedra arrumada. Justo castigo para as suas muitas maldades.
Os anõesinhos regressaram para junto de Branca de Neve. Deitaram-na numa cama e chamaram o INEM.
Estavam junto da princesa quando ali chegou o paramédico. Ao ver a belíssima Branca de Neve deitada no seu leito aproximou-se dela e deu-lhe uma injecção de nitroglicerina que quebrou o feitiço e a princesa despertou.
A alegria dos anõesinhos foi enorme. A sua boa amiguinha estava viva. Lá enfiaram um barrete ao gajo dizendo-lhe que ela era virgem pelo que o coitado pediu à Branca de Neve que casasse com ele.
Assim, e depois de se despedir dos seus pequenos amigos, o feliz casal encaminhou-se para casa dos pais do chavalo, na Portela de Sintra.
Alguns dias depois, efectuou-se o casamento. Para grande alegria e surpresa da Branca de Neve os sete anõesinhos todos estavam presentes na festa, em agradecimento, correu-os todos por uma última vez…

segunda-feira, dezembro 26, 2005

Uma carolada de Natal

Eis um quadro festivo de se lhe tirar o boné: Tempo: 25 de Dezembro de 2005, lá pás quatro e meia da tarde; Espaço: Apartamento da minha avô, no bairro de habitação social, em Moscavide.
Havíamos acabado de almoçar um arrozinho de pato escondido, bem regado com um vinhinho lá da terrinha, Mem-Martins, esclareça-se. E pá sobremesa havíamos deglutido uma mousse de chocolate preparada pela mulher do meu tio, a Vanda, que para além de boa pós doces, também o é pós broches, facto que afirmo com perfeito conhecimento de causa… Mas enfim…, o mulherio tava na cozinha a arear as panelas e a lavar os tachos do rancho e os homens refastelavam-se na sala, a visionar um qualquer filme panasca, aliás próprio da época, na TVI. O avô Toni já ressonava em “loud-speaker” e o meu cunhado tava já a curar recém estreada borrasca, no sofá do canto.
Foi então que resolvi ausentar-me e dirigir-me ao prédio ao lado, mais precisamente, ao Lote 234, Cave Dir., Apt. 6, a fim de receber mais uma das costumeiras prendas de Natal, a ser ofertada neste caso concreto, pela Dona Carlota, uma quota bem rija por sinal, divorciada, que vive sozinha há uns anos desde que perdeu a custódia da filha por andar a lhe dar na coca à grande. Agora tá limpa. Só lhe dá na aguardente. Mas dizia eu, dirigi-me a tal domicílio porque por esta hora, a Sra. Dona Carlota já deve tar bem atestada, devido à depressão natalícia, refira-se, e constitui essa a altura perfeita para lhe aparecer à porta, dado que, quando séria, é dura de lhe dar a volta, mas quando enfrascada e carente, é bem mais oferecida…
Bati à porta. Não tive resposta. Bati de novo. Novamente não obtive resposta (Tu qués ver que já capotou... – pensei). Insisti por uma última vez, por descargo de consciência, antes de regressar à moradia da anciã. Aí, ouvi uns passos desnorteados do outro lado, um encosto num móvel, e uma caralhada, mas finalmente, o bovino lá abriu a porta. Já vinha bonita a gaja, quase que nem dizia duas pá caixa. Fiquei esperançado. Lá me falou.
- Entra…, não tinha ouvido…tava ali… com a minha filha…, que este ano ficou cá…
Aí a expectativa esmoreceu e os tomates caíram. (Caralhos ma fodam!! Agora vou ter que aturar esta avinhada mais a filha. Tou lixado com a puta da vida, eu!!! – Cogitei) Só um milagre me iria salvar. Pedi a Nosso Senhor, à Virgem Maria, ao Menino Jesus e a todos os Santinhos que tivessem de escala pa me salvar, mas a esperança era pouca…
Quando entrei na sala, o milagre aconteceu, a fé renasceu e o pau fez-se. Não é que a filha da Dona Carlota era já maior de idade, boa como tudo e tava mais embriagada cá mãe!!!
E foi assim, um verdadeiro milagre de Natal, profanei as duas durante umas horas valentes, umas vezes ao mesmo tempo, outras, por turnos e até fizeram umas quantas coisas entre elas que eu não me tinha lembrado!!! Quando voltei já era hora da ceia, mas não comi nada, já vinha de barriga cheia e de colhões vazios…

quinta-feira, dezembro 15, 2005

Vai lavar a cona

É costume afirmar-se lá no bairro (apesar de suspeitar que a convicção nasceu no Barreiro) que só se faz minete porque dá direito a broche. Este ditado, embora com piada quando dito pelo meu sobrinho de três anos, é mais falso que as tetas da Pamela Anderson.
Explico: o felatio nada tem a ver com lamber carpetes. A gaja chupa por duas razões: porque lhe dá gozo lavar os dentes com meita (e aqui recordo com saudade o dia em que fiz uma cabrita de Caxias acreditar que a esporra continha flúor e que uma mamada bem feita a dispensava de umas idas ao dentista) e quer de facto dar linguados aqui à torneira; ou porque não quer mas a isso é obrigada. A mim sinceramente tanto me faz um ou outro motivo, embora reconheça que o segundo seja uma perca de tempo porque há putas que não se convencem de que estão cá na terra é para isso mesmo: para executar o bom do brochito. Ou seja, o ditado é falso porque todos os homens, independentemente de raça ou credo, clube de futebol ou código postal, têm direito a uma sessão de lambidelas na glande sem que dêem algo em troca.
Segundo ponto, pá: o cunnilingus não se faz só para levar um broche para casa. Faz-se porque há ratas que o merecem. Faz-se porque há sucos vaginais que parecem whisky de malte. Faz-se porque às vezes já se deu tanta volta à gaja, que há que explorar outro ângulos. Faz-se porque sim, porque o chafurdanço é divertido. Não tanto como o broche é verdade, mas como eu disse, um nada tem a ver com o outro, embora de facto haja vezes em que se sucedem ou realizam em simultâneo, mas isso não os assemelha.
Exemplifico: no outro dia uma puta do bairro do Dafundo (devia ter desconfiado logo pela origem) rubricou um chupanço de antologia. Percebi que ela queria que eu lhe oleasse o torniquete com saliva antes de lhe mandar com isto tudo lá para dentro e por isso dei ordem de abertura e meti o nariz onde era chamado (calculo eu que ela chamava por mim, embora não se percebesse muito bem porque ela ainda tinha a boca cheia de espuma aqui do Cerveja). Perante o que se me deparou, fiz três coisas: bati em retirada, bati uma punheta e mandei-lhe com a frase do título. Ora afinal, o que é o broche teve a ver com o minete?

quarta-feira, dezembro 07, 2005

Ele há com cada uma!!!

Ainda há dias tava eu na parte de trás dum Saxo, estacionado no Parque Industrial, em Alfragide, a arrombar o cu a uma chavala, …acho que se chamava Mónica…, quando ela às tantas me grita: - Trata-me de filha!!!, Diz que és meu pai!!!!, Diz que eu sou a filhota querida do seu papá!!!! Não surtiu efeito o requerido pois eu, pra já, tava distraído a ouvir o relato do Marítimo – Benfica no rádio, e depois, não me apercebi a tempo do desiderato porque entretanto despachei serviço, que é como quem diz, lambuzei-lhe o orifício.
Mas este pedido à laia de fantasia incestuosa trouxe-me depois à lembrança a quantidade de gaja de cabeça avariada que eu já despachei. Ora vá lá ver…, lembro-me de uma que gostava de brincar com a orelha esquerda enquanto chupava porque dizia que lhe fazia lembrar de quando era criança e chuchava no dedo...
Outra, gostava à força bruta. Pedia-me pa lhe agarrar nos cabelos, pa lhe dar umas valentes chapadas nas nalgas, pa tratá-la de porca, de rameira e de vadia, enquanto lhe arremessava o piço nas cavidades…
Outra ainda, queria ser puta e então emprestava-me a guita pa eu depois lhe pagar os serviços. E não é que a meretriz às vezes ainda regateava!!!
Lembro-me também de uma que só disponibilizava a ventrecha no cinema. Nem era em lugares públicos! Só no cinema, a cabrona!! Nem quero pensar no bagulho que entreguei à Lusomundo, só pa lhe ir ao pêlo umas quantas vezes...
Mas a pior, decididamente, foi a Alda, mais passada dos cornos não há!! Não é que este coirão achava que era fufa e portanto pedia-me pa enfiar um vestido e só me chamava de Joana!!! E os leitores devem tar a pensar: “Mmmm….. tá-me a perder qualidades….” Mas acreditem que não, é que valia mesmo a pena. Porque a gaja era boa comó caralho e fazia tudo e mais alguma coisa!! Até fizemos duas ou três coisas que eu não julgava serem possíveis num planeta sujeito a gravidade!!! Mas foram mais!!! Não vale a pena é insistir, porque de relatos de gajas doidas a apanhar na vulva não reza a história…

quinta-feira, dezembro 01, 2005

O Regresso

Pois é meus amigos, voltei, caralho!!!
Já desconfiavam os estimados leitores que eu tinha morrido mas não… Andei apenas fugido durante uns tempos, é que sabem, meti finalmente a verga onde não devia, isto é, na racha duma pita de dezassete anos, mas juro-vos que ela parecia ter mais de dezoito!!! E o pior é que o paizinho era Juiz de comarca em Vila Franca, e tinha amigos por tudo o que é bófia, por isso, tive de ir passar uma temporada ao Luxemburgo, a casa da minha prima, a Soraya, que tá lá emigrada faz já uns anitos...Mas não pensem que foi tempo desperdiçado, pois de lá trago, ternas e calorosas memórias, no que ao fornicar respeita. É que naquele reino, prálem dum grizo do camandro, tá sempre de chuva, daí que a malta passe muito tempo em casa, em camon, “indores”, mas como sempre, divago.
Resumindo, passadas duas semanas, já tinha lavrado aquele campo que dá pelo nome de Soraya, qué uma puta com falta de moral familiar, graças a Deus, de modos que comecei a correr as amigas e vizinhas. Passados dois meses já tinha despachado o bairro e ruas adjacentes. Como sempre, os coroados de chifres é que não gostaram muito, e ao contrário do que eu preconceituava, não ficaram nada mansos. Sendo assim tive de voltar aos pastos lusitanos, por isso vai de trancar vossas queridas filhas porque o pastor regressou e vai começar a arrecadar as ovelhas!!!