quarta-feira, dezembro 07, 2005

Ele há com cada uma!!!

Ainda há dias tava eu na parte de trás dum Saxo, estacionado no Parque Industrial, em Alfragide, a arrombar o cu a uma chavala, …acho que se chamava Mónica…, quando ela às tantas me grita: - Trata-me de filha!!!, Diz que és meu pai!!!!, Diz que eu sou a filhota querida do seu papá!!!! Não surtiu efeito o requerido pois eu, pra já, tava distraído a ouvir o relato do Marítimo – Benfica no rádio, e depois, não me apercebi a tempo do desiderato porque entretanto despachei serviço, que é como quem diz, lambuzei-lhe o orifício.
Mas este pedido à laia de fantasia incestuosa trouxe-me depois à lembrança a quantidade de gaja de cabeça avariada que eu já despachei. Ora vá lá ver…, lembro-me de uma que gostava de brincar com a orelha esquerda enquanto chupava porque dizia que lhe fazia lembrar de quando era criança e chuchava no dedo...
Outra, gostava à força bruta. Pedia-me pa lhe agarrar nos cabelos, pa lhe dar umas valentes chapadas nas nalgas, pa tratá-la de porca, de rameira e de vadia, enquanto lhe arremessava o piço nas cavidades…
Outra ainda, queria ser puta e então emprestava-me a guita pa eu depois lhe pagar os serviços. E não é que a meretriz às vezes ainda regateava!!!
Lembro-me também de uma que só disponibilizava a ventrecha no cinema. Nem era em lugares públicos! Só no cinema, a cabrona!! Nem quero pensar no bagulho que entreguei à Lusomundo, só pa lhe ir ao pêlo umas quantas vezes...
Mas a pior, decididamente, foi a Alda, mais passada dos cornos não há!! Não é que este coirão achava que era fufa e portanto pedia-me pa enfiar um vestido e só me chamava de Joana!!! E os leitores devem tar a pensar: “Mmmm….. tá-me a perder qualidades….” Mas acreditem que não, é que valia mesmo a pena. Porque a gaja era boa comó caralho e fazia tudo e mais alguma coisa!! Até fizemos duas ou três coisas que eu não julgava serem possíveis num planeta sujeito a gravidade!!! Mas foram mais!!! Não vale a pena é insistir, porque de relatos de gajas doidas a apanhar na vulva não reza a história…

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