Histórias Encantadas Suburbanas
Há muitos, muitos anos, num suburbano bairro de Lisboa (Musgueira – Sul), vivia um gajo com a sua filhinha, à qual pôs o nome de Branca de Neve, por ela, durante 3 ou 4 anos, ter andado agarrada à coca. Agora que tava limpa, era uma gaja bem boa.
Passado algum tempo, o gajo chinou a mulher e enterrou o cadáver num baldio junto ao bairro da cruz vermelha, para poder casar, mais tarde, com uma tipa brasileira, puta de profissão, belíssima, mas extremamente cruel e, além disso, feiticeira, lá daquelas merdas de pai de santo, vudu ou o caralho, e que desde o primeiro dia tratou muito mal a menina.
Quando o gajo lerpou, …foi cos pés pá frente, …marou, a feiticeira, vendo que a Branca de Neve estava muito bonita, pô-la a render, a aviar clientes junto ao nó do Campo Grande. A Gajona feiticeira todos os dias enviava uma SMS pó serviço Espelho Mágico (€1,20 + IVA), a perguntar quem era a mulher mais tesuda do mundo. De todas as vezes o espelho respondia que era ela.
Um dia, ao enviar a habitual mensagem, o espelho respondeu:
-Tu dás tesão, mas a Branca de Neve dá muito mais.
Louca de ciúmes, a malvada brasileira pediu a um dos seus chulos que fosse com a Branca de Neve até Monsanto e lhe mandasse desta pa melhor. Como prova que havia cumprido tão infame acto, deu-lhe um cofrezinho para trazer o coração de Branca de Neve.
Quando o proxeneta ia cometer o horrível crime, teve pena da pobre princesinha e poupou-lhe a vida, porque ela lhe fez um grande broche, como nunca ninguém havia feito, e deixou que ele a enrrabasse com força, mas preveniu-a que fugisse para o mais longe possível. Depois, para poder levar à Puta – Mor, uma prova que havia obedecido às suas ordens, matou um gato e colocou o coração do miau dentro do cofre.
A Branca de Neve andou pelo bosque até ao anoitecer, despachou dois ou três clientes, e quando estava muito cansada, deixou-se sentar na paragem de autocarro, onde adormeceu profundamente.
No dia seguinte, quando acordou, viu-se rodeada pelos pequenos animais da floresta: ratazanas, baratas, cães vadios, dos quais ficou logo amiga. (Nesta altura alucinava porque um dos clientes tinha-lhe dado mescalina pa tomar) Quando lhes contou o que tinha sucedido e que não tinha para onde ir, os animaisinhos fizeram-lhe sinal para os seguir.
Depois de muito caminhar, chegaram a uma barraca no centro do bosque.
Dentro, tudo era pequeno. Tanto as mesas, como as cadeiras, como os colchões que havia no andar de cima, aquela merda parecia uma casa de bonecas. Por todo o lado reinava a desordem e tava tudo cagado. Pelo tamanho das coisas e dos móveis, a princesa pensou que a barraca seria habitada por crianças fugidas do reformatório. Resolveu então dar uma arrumação naquele antro e a casa não tardou a ficar toda arrumada. As roupas limpas, os móveis sem pó e os utensílios de cozinha brilhavam de tão limpos estarem. Pouco depois um alegre fogo ardia num bidão velho da GALP, no centro da barraca. A Branca de Neve estava cansada. Foi para o piso superior e, juntando três colchões, deitou-se. Pouco depois adormeceu.
Quando anoitecia, 7 pequenas personagens encaminhavam-se para a barraca do bosque cantando uma alegre canção “Hip Hop” do género “Gangsta Rap”. Eram os gajos da casa onde Branca de Neve descansava, mas não eram crianças, eram sete anões pretos. Todos eles, menos um, tinham os vergalhos enormes. Vinham de trabalhar na sua oficina de bate chapas, que desmontava carros roubados, cuidadosamente escondida no bosque. Quando chegaram à casinha ficaram surpreendidos ao verem as luzes acesas e tudo tão limpo e arrumado. Começaram a revistar toda a casa. De repente encontraram Branca de Neve, que ainda dormia.
Quando a princesinha acordou, eles apresentaram-se: o Dorminhoco, (porque andava sempre a Xanax), o Envergonhado (dizem que devia ser meio paneleiro), o Miudinho (o único que tinha piça pequena), o Feliz, (tava sempre todo janado por causa do cavalo) o Atchim, (andava sempre a espirrar por causa da coca) o Sabichão (que tinha a quarta classe incompleta) e o Rezingão. (que já não fodia fazia mais de seis meses). Ela contou-lhes todas as aventuras por que tinha passado. Os anõesinhos reuniram-se e resolveram fodê-la todos em grupo. Naquela noite, preparou-lhes uma boa ceia e, a seguir, fizeram uma festa em que todos lhe foram ao cu.
A malvada puta não tardou, por meio do espelho mágico, a saber que Branca de Neve continuava a ser a gaja mais tesuda do Mundo, e o lugar onde se encontrava. Louca de fúria, decidiu acabar pessoalmente com a raça da princesinha. Para isso, utilizando um pulverizante industrial tóxico, envenenou uma sandes de couratos. Quando Branca de Neve a comesse, cairia de sono, como morta, e depois seria enterrada, mas viva.
Assim, a Brasileira foi até à casinha dos anões pretos, decidindo aproximar-se de Branca de Neve quando os seus companheiros fossem para a oficina. Quando os viu partir, foi junto da princesinha com a desculpa de pedir-lhe uma esmola pó Sto. António. Depois, mostrando vontade de recompensá-la, deu-lhe a bela da sande. A Branca de Neve engoliu-a e caiu no chão.
Avisados pelo sentinela da oficina, os sete anões correram para casa. Todos traziam as suas ferramentas e duas ou três caçadeiras de canos serrados para defenderem a sua querida princesinha e empregada pa todo o serviço. Quando chegaram junto da sua amiguinha viram que estava caída no chão como morta e a horrível bruxa que fugia num Fiat Uno vermelho. Imediatamente se lançaram em sua perseguição com vontade de a castigar como merecia.
A madastra, para escapar aos seus perseguidores, ia na esgalha, o que foi a sua perdição porque numa curva apertada à entrada da A5, o carro despistou-se e foi-se enfiar de frente contra um muro de pedra arrumada. Justo castigo para as suas muitas maldades.
Os anõesinhos regressaram para junto de Branca de Neve. Deitaram-na numa cama e chamaram o INEM.
Estavam junto da princesa quando ali chegou o paramédico. Ao ver a belíssima Branca de Neve deitada no seu leito aproximou-se dela e deu-lhe uma injecção de nitroglicerina que quebrou o feitiço e a princesa despertou.
A alegria dos anõesinhos foi enorme. A sua boa amiguinha estava viva. Lá enfiaram um barrete ao gajo dizendo-lhe que ela era virgem pelo que o coitado pediu à Branca de Neve que casasse com ele.
Assim, e depois de se despedir dos seus pequenos amigos, o feliz casal encaminhou-se para casa dos pais do chavalo, na Portela de Sintra.
Alguns dias depois, efectuou-se o casamento. Para grande alegria e surpresa da Branca de Neve os sete anõesinhos todos estavam presentes na festa, em agradecimento, correu-os todos por uma última vez…
Passado algum tempo, o gajo chinou a mulher e enterrou o cadáver num baldio junto ao bairro da cruz vermelha, para poder casar, mais tarde, com uma tipa brasileira, puta de profissão, belíssima, mas extremamente cruel e, além disso, feiticeira, lá daquelas merdas de pai de santo, vudu ou o caralho, e que desde o primeiro dia tratou muito mal a menina.
Quando o gajo lerpou, …foi cos pés pá frente, …marou, a feiticeira, vendo que a Branca de Neve estava muito bonita, pô-la a render, a aviar clientes junto ao nó do Campo Grande. A Gajona feiticeira todos os dias enviava uma SMS pó serviço Espelho Mágico (€1,20 + IVA), a perguntar quem era a mulher mais tesuda do mundo. De todas as vezes o espelho respondia que era ela.
Um dia, ao enviar a habitual mensagem, o espelho respondeu:
-Tu dás tesão, mas a Branca de Neve dá muito mais.
Louca de ciúmes, a malvada brasileira pediu a um dos seus chulos que fosse com a Branca de Neve até Monsanto e lhe mandasse desta pa melhor. Como prova que havia cumprido tão infame acto, deu-lhe um cofrezinho para trazer o coração de Branca de Neve.
Quando o proxeneta ia cometer o horrível crime, teve pena da pobre princesinha e poupou-lhe a vida, porque ela lhe fez um grande broche, como nunca ninguém havia feito, e deixou que ele a enrrabasse com força, mas preveniu-a que fugisse para o mais longe possível. Depois, para poder levar à Puta – Mor, uma prova que havia obedecido às suas ordens, matou um gato e colocou o coração do miau dentro do cofre.
A Branca de Neve andou pelo bosque até ao anoitecer, despachou dois ou três clientes, e quando estava muito cansada, deixou-se sentar na paragem de autocarro, onde adormeceu profundamente.
No dia seguinte, quando acordou, viu-se rodeada pelos pequenos animais da floresta: ratazanas, baratas, cães vadios, dos quais ficou logo amiga. (Nesta altura alucinava porque um dos clientes tinha-lhe dado mescalina pa tomar) Quando lhes contou o que tinha sucedido e que não tinha para onde ir, os animaisinhos fizeram-lhe sinal para os seguir.
Depois de muito caminhar, chegaram a uma barraca no centro do bosque.
Dentro, tudo era pequeno. Tanto as mesas, como as cadeiras, como os colchões que havia no andar de cima, aquela merda parecia uma casa de bonecas. Por todo o lado reinava a desordem e tava tudo cagado. Pelo tamanho das coisas e dos móveis, a princesa pensou que a barraca seria habitada por crianças fugidas do reformatório. Resolveu então dar uma arrumação naquele antro e a casa não tardou a ficar toda arrumada. As roupas limpas, os móveis sem pó e os utensílios de cozinha brilhavam de tão limpos estarem. Pouco depois um alegre fogo ardia num bidão velho da GALP, no centro da barraca. A Branca de Neve estava cansada. Foi para o piso superior e, juntando três colchões, deitou-se. Pouco depois adormeceu.
Quando anoitecia, 7 pequenas personagens encaminhavam-se para a barraca do bosque cantando uma alegre canção “Hip Hop” do género “Gangsta Rap”. Eram os gajos da casa onde Branca de Neve descansava, mas não eram crianças, eram sete anões pretos. Todos eles, menos um, tinham os vergalhos enormes. Vinham de trabalhar na sua oficina de bate chapas, que desmontava carros roubados, cuidadosamente escondida no bosque. Quando chegaram à casinha ficaram surpreendidos ao verem as luzes acesas e tudo tão limpo e arrumado. Começaram a revistar toda a casa. De repente encontraram Branca de Neve, que ainda dormia.
Quando a princesinha acordou, eles apresentaram-se: o Dorminhoco, (porque andava sempre a Xanax), o Envergonhado (dizem que devia ser meio paneleiro), o Miudinho (o único que tinha piça pequena), o Feliz, (tava sempre todo janado por causa do cavalo) o Atchim, (andava sempre a espirrar por causa da coca) o Sabichão (que tinha a quarta classe incompleta) e o Rezingão. (que já não fodia fazia mais de seis meses). Ela contou-lhes todas as aventuras por que tinha passado. Os anõesinhos reuniram-se e resolveram fodê-la todos em grupo. Naquela noite, preparou-lhes uma boa ceia e, a seguir, fizeram uma festa em que todos lhe foram ao cu.
A malvada puta não tardou, por meio do espelho mágico, a saber que Branca de Neve continuava a ser a gaja mais tesuda do Mundo, e o lugar onde se encontrava. Louca de fúria, decidiu acabar pessoalmente com a raça da princesinha. Para isso, utilizando um pulverizante industrial tóxico, envenenou uma sandes de couratos. Quando Branca de Neve a comesse, cairia de sono, como morta, e depois seria enterrada, mas viva.
Assim, a Brasileira foi até à casinha dos anões pretos, decidindo aproximar-se de Branca de Neve quando os seus companheiros fossem para a oficina. Quando os viu partir, foi junto da princesinha com a desculpa de pedir-lhe uma esmola pó Sto. António. Depois, mostrando vontade de recompensá-la, deu-lhe a bela da sande. A Branca de Neve engoliu-a e caiu no chão.
Avisados pelo sentinela da oficina, os sete anões correram para casa. Todos traziam as suas ferramentas e duas ou três caçadeiras de canos serrados para defenderem a sua querida princesinha e empregada pa todo o serviço. Quando chegaram junto da sua amiguinha viram que estava caída no chão como morta e a horrível bruxa que fugia num Fiat Uno vermelho. Imediatamente se lançaram em sua perseguição com vontade de a castigar como merecia.
A madastra, para escapar aos seus perseguidores, ia na esgalha, o que foi a sua perdição porque numa curva apertada à entrada da A5, o carro despistou-se e foi-se enfiar de frente contra um muro de pedra arrumada. Justo castigo para as suas muitas maldades.
Os anõesinhos regressaram para junto de Branca de Neve. Deitaram-na numa cama e chamaram o INEM.
Estavam junto da princesa quando ali chegou o paramédico. Ao ver a belíssima Branca de Neve deitada no seu leito aproximou-se dela e deu-lhe uma injecção de nitroglicerina que quebrou o feitiço e a princesa despertou.
A alegria dos anõesinhos foi enorme. A sua boa amiguinha estava viva. Lá enfiaram um barrete ao gajo dizendo-lhe que ela era virgem pelo que o coitado pediu à Branca de Neve que casasse com ele.
Assim, e depois de se despedir dos seus pequenos amigos, o feliz casal encaminhou-se para casa dos pais do chavalo, na Portela de Sintra.
Alguns dias depois, efectuou-se o casamento. Para grande alegria e surpresa da Branca de Neve os sete anõesinhos todos estavam presentes na festa, em agradecimento, correu-os todos por uma última vez…

Não há nada como um final feliz...
Rezingão