sexta-feira, janeiro 13, 2006

Azar do caralho

Hoje é sexta-feira 13. Quando esporadicamente um dia 13 calha à sexta-feira, eu penso que vai ser dia de foder à fartazana. E à canzana, que é para rimar. Ou seja, vai sendo hábito que nestes dias usualmente azarados para o comum dos cabrões, para mim são de uma felicidade imensa, como se acabasse de ir ao cu à minha professora primária que um dia me puxou as orelhas porque, perante a ameaça desse castigo, eu repliquei "puxas mas é a saia para cima, as cuecas para baixo e as beiçolas da coninha para o lado para eu me encaixar em ti como se fosse uma peça de Lego, ó Dona puta!". Mas tergiverso, a ideia-chave deste parágrafo que agora ejacula (ou finda, para os leitores mais imberbes) é que geralmente a sorte me sorri às sextas-feiras 13.
Todavia, isto hoje está-me a correr mal. A meio da primeira brochada da manhã, cortesia da nova mulher-a-dias, ligou-me a Carina a anunciar que eu ia ser pai. Até me vim mais cedo que o previsto na cara da Benvinda, nome da referida funcionária doméstica que muito e bom trocadilho me tem proporcionado. Pensei quem seria a Carina e após ter falhado a ligação do nome com a rata, lembrei-me da cara da rameira, associei-a às mamas e disse: "mas tu só me bateste uma punheta com as tetas, ó minha leiteira do estupor!". "Ah, desculpa, é que estou desesperada porque não sei quem é o pai...", retorquiu ela. Eu, que sou um gajo sensível, caridoso e amigo das suas putas, aconselhei-a a ir a Cádiz (Badajoz está caro) resolver o problema. "E depois passa cá em casa que já tenho saudades de me esporrar no teu imaculado e ebúrneo colo", acrescentei poeticamente quando me voltou a tesão só de imaginar aqueles globos encharcados, e para satisfação imediata da Benvinda que gosta de dar arraial logo pela manhã ("o menino está mais cheio dela pela matina", justifica ela) .
Ora, foi nessa altura que me reclinei para trás, fechei os olhos e esperei pela segunda brochada ou, porque gosto de surpresas, de um shlac shlac de uma vagina a abrir. Senti uma cena fria a aproximar-se do prepúcio e pensei comigo mesmo que esta gaja nova não só dava serviço completo como ainda inovava. Algo gelado me envolveu o pau. Eis então que ouço uma chinfrineira enorme e, antes de me aperceber do porquê de tamanha barulheira, sinto uma dor do caralho no mesmo. Não é que me estava a tentar fazer o broche com a merda do aspirador. Ainda por cima a puta da preta não tem sangue frio para constatar que eu estava a morrer, e ainda demorou uns bons vinte e cinco segundos a desligar aquela porra. Conclusão: cheguei agora do médico e tenho duas semanas pela frente sem foder e a pôr pomadinhas. Claro que as pomadinhas a Benvinda põe-mas com a boca, mas não foder vai ser fodido. Ainda perguntei à médica "e para o meter, como é?". Ela disse "volte cá quando acabar o tratamento que eu meto-me de quatro em cima da marquesa...".

1 Comentários:

Anonymous Anónimo said...

és um tretas dos diabos, mas até escreves com piada. O que seria do mundo sem os homens das fantasias sexuais

9:39 p.m.  

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