segunda-feira, maio 29, 2006

Histórias Encantadas Suburbanas

Era uma vez um fulano e uma gaja que há muito desejavam ter filhos, mas o indivíduo era frouxo. Quando, por fim, a gaja emprenhou e desembuchou um rebento, decidiram celebrar o acontecimento com um grande arraial. Foram convidadas 7 putas e cada uma delas concedeu uma prenda especial à menina. A mais nova concedeu-lhe o dom de ser a mais boa do mundo; a seguinte, que ela fosse javarda como tudo; a terceira, que ela fosse graciosa a levar no cu; a quarta, que ela chupasse melhor que ninguém; a quinta, que ela se deixasse foder facilmente; a sexta, que ela esgalhasse perfeitamente a punheta de mamas.Quando a sétima cadelona ia conceder o seu dom, irrompeu na sala uma rameira velha a quem o sujeito e a gaja se tinham esquecido de enviar um convite. A marafona malvada estava tão furiosa que, logo ali, fez a terrível profecia de que a chavala, ao completar 16 anos, se picaria numa seringa infectada e morreria. E com uma terrível gargalhada desapareceu, deixando todos a mandar caralhadas.Porém, nesse momento, aproximou-se a puta mais nova e disse-lhes:
- Tenham calma, caralho! Ainda não concedi o meu dom. Não tenho poder suficiente para desfazer totalmente o que a perversa meretriz profetizou, mas posso modificá-lo. Apesar de se picar numa seringa, ela não morrerá. Ficará profundamente agarrada, em coma estupefaciente durante 100 anos até que um idiota qualquer a venha acordar.
O tipo mandou imediatamente proclamar pelo bairro todo um aviso especial, na esperança de poder proteger a chavala da maldição.
- Todas as seringas do bairro deverão ser queimadas, sob pena de real enxerto de porrada, mesmo sem excepção pós velhos e pós diabéticos.Todos obedeceram entregando as seringas com que chutavam o seu remédio e todas foram queimadas. Algum tempo depois não havia uma única seringa em todo o bairro.Passaram 15 anos. A chavala cresceu e tornou-se a mais bela crica do bairro, tal como as boas putas haviam predito. Já ninguém se lembrava da horrível maldição. No dia em que fazia 16 anos, a chavala andava a tentar esgalhar o seu cãozinho, mas ele fugiu e ela foi atrás dele até ao cimo de um antigo armazém de enlatados e encontrou uma velha com um objecto estranho.A chavala ficou tão curiosa que perguntou:
- O que é que está a fazer com essa merda, caralho?
- Estou a chutar, minha querida, esta cena dá uma moca! Queres um gostinho?
- Claro que sim, cota! Essa merda deve ser dos colhões! – Respondeu a chavala sentando-se ao lado da velha.Foi então que tudo aconteceu: Ao pegar na seringa ela picou-se e caiu no chão. A velha era a rameira má disfarçada.Foi só à tardinha que o beltrano a encontrou. Ele ficou profundamente fodido, mas a jovem puta entrou e disse:
- Não se preocupe! A chavala vai apenas dormir muitos anos. E eu vou drogá-los a todos para que adormeçam e que a chavala não se sinta sozinha quando acordar.E, conforme ia agitando um vibrador polvilhado de Morfex, todos os habitantes do bairro foram adormecendo, num profundo e janado sono.Dentro do bairro vida parou. Com o passar dos anos, as paredes de zinco foram crescendo em redor das barracas criando um muro invencível e espalhou-se o boato de que lá dentro vivia um terrível gang. Um agarrado que ali passava quis saber o que lá havia de verdade. Um velhote avançou e disse-lhe:
- Quando era miúdo o meu velho disse-me que tinha ouvido o avô contar-lhe que no maior casebre deste bairro, dormia uma chavala drógada!
O agarrado, que era tarado sexual, ficou excitadíssimo com a notícia e meteu-se a caminho do casebre. Foi com grande dificuldade que o agarrado conseguiu abrir caminho para entrar. Mal conseguia afastar as folhas de zinco do caminho.
- Da-se! Nunca vi merda assim na minha vida! – Queixou-se. Foi então que apareceu uma das putas e lhe deu uma serra eléctrica especial. Era muito grande e tinha uma gaja nua no punho.Com o auxílio desta ferramenta o agarrado lá foi abrindo caminho para o interior do bairro quando, de repente, um gang enorme o atacou com caçadeiras de canos serrados e pistolas de alarme modificadas. O agarrado protegeu-se atrás de uma folha de zinco e um raio de sol reflectiu-se na folha transformando-se numa luz fortíssima. O gang ficou ofuscado pelo clarão e o agarrado aproveitou para chinar a malta toda. O gang transformou-se na velha puta má e morreu ali mesmo.Mal o corpo da velha desapareceu, as folhas que cobriam o casebre também desapareceram e o sol voltou a brilhar. O bairro vivia de novo a Primavera ao fim de 100 anos. O agarrado tava varado com aquilo. E a putinha veio dizer-lhe:
- Foda-se! Tava a ver que nunca mais! Temos estado à tua espera. Agora tens de ir acordar a chavala.Ele dirigiu-se ao casebre e encontrou tudo a chonar. Palmou umas coisas e por fim entrou num quarto onde estava uma chavala, boa. Ele apalpou-lhe no rabo e beijou-lhe as tetas. E nesse momento ela acordou de um sono de 100 anos. O efeito do cavalo tinha passado e todos os habitantes do bairro começaram a acordar também.O sicrano fez um grande arraial para o agarrado e agradeceu-lhe dizendo:
- Podes pedir-nos o que quiseres.
- Não consigo pensar em nada que me faça mais feliz do que comer a sua filha de todas maneiras. – Respondeu o agarrado.O casamento do agarrado e da chavala foi abençoado por todos no bairro. As 7 putas vieram ao casamento e, desta vez, todos desejaram ao feliz casal a chegada breve de uma criança, já que o agarrado, com a ânsia, tinha-lhe ido à pinta sem preservativo…

sexta-feira, maio 26, 2006

Ou então de outra maneira, caralho

O dono de um teatro infantil estava no seu escritório a coçar os tomates. Aparece-lhe um gajo porta adentro e diz:
- Trago-lhe aqui um número que você tem que pôr em palco!
- Como é que é? – replicou o dono do teatro.
- É assim, entram no palco dois gatinhos bebés. A seguir entram mais dois bichanos, mas maiores. Deitam-se todos, muito queridos. Do nada entra um tigre siberiano. O felino dirige-se aos mais pequenos, olha para eles e também se deita. Entretanto, já estão os miúdos todos com medo que o tigre coma os bichaninhos. Mas não, o que acontece a seguir mete a criançada em delírio. O tigre pega de forma ternurenta pelo cachaço do gatinho mais pequenino e leva-o para um canto do palco. Faz-lhe festinhas com a cabeça e o gatito fofinho começa a querer brincar, rebolando-se. O tigre, farto daquela merda, vai-lhe ao cu. Os outros três gatos passam-se do pêlo e atiram-se ao tigre. Este não está com cenas e manda-se para cima dos petizes que assistem. Come dois ou três enquanto os outros aplaudem. Os três gatinhos entram para dentro da peida esfrangalhada do bichano que foi enrabado e que parece agora uma toca para a família toda. Aí se refugiam até que passe o banzé que o filho da puta do tigre armou entre a criançada. Uma mãe que assiste manifesta o seu desagrado pelo conteúdo programático da peça e é fodida pela besta siberiana que, não se tendo vindo aquando da violação do felino pequenito, esporra-se agora violentamente no útero da progenitora que, sendo uma grande puta, tem uma caverna que faz ecoar o jorro de meita animal. Não se contentando, o tigre decide brochar um puto ranhoso que se vai rindo na primeira fila. O puto não tem tesão e por isso o tigre decide dar melhor uso ao pequeno caralho e faz dele um snack agradável. Posteriormente, decide pôr o mesmo ranhosito a fazer-lhe uma mamada. O cabrãozinho, com a lágrima no cantito do olho, decide retribuir na mesma moeda e morde o marsapo do bicho, que cai prostrado em cima de três ou quatro gaiatas, esmagando-as. Os três gatinhos, que se mantiveram escondidos no cu do mais bebé, decidem sair da toquinha e sodomizam o tigre à vez. Claro que não com os próprios e incipientes caralhitos, mas com os braços das cadeiras da assistência que se partiram na queda do tigre que, coitadito, fica com o olho do cu mais aberto que o chapéu de um vagabundo que resida debaixo de um viaduto na Reboleira. Ao cabo de hora e meia, os três gatinhos fartam-se da brincadeira, batem uma pívea para dentro da boca escancarada da mãe que foi fodida pelo grande felino, voltam ao palco, pegam no amiguito que tem as patas traseiras à frente do focinho, limpam o resto de langonha dependurada dos respectivos piços ao pêlo do coitadito e abandonam o palco.
- Tem potencial. E como é que se chama esse número?
- Os aristogatos!

domingo, maio 21, 2006

Diz que aconteceu mesmo...

Indá dias contaram-me uma….
Entra um gajo no atrelado de um director de circo muito conhecido e diz entusiasmado:
- Shore Director, tenho aqui um número de chirco que acho que vai ter um suchesso tremeindo e que o shore podia integrar no programa aqui do chirco!!!!
- Então diga lá… - respondeu o director aborrecido.
- É um número familiar…. comigo, a minha esposa, a minha shogra, o mô filho, a minha mai nova e o Dick, o nosho pastor alemão.
- E então… - indagou o artista meio desconfiado.
- Então é ashim, entra-se todos, com trajes a condizer, a orquestra comesha a tocare música clássica, todos em fomatura fazemos uma vénia e depois começamos…. Primeiro a minha filhota põe-se de quatro e eu vou-lhe ao cuzinho e aperto-lhe os bicos das tetas com duas molas de roupa. Enquanto icho, a minha shogra faz um bico ao Lino, o meu rapazola. Entretantos, a minha esposa esgalha uma ao cachorro. A música toca durante uns minutos e depois faz uma pausazita. Aí começam só os tambores e a gente troca todos. Eu bato uma punheta de mamas à minha shogra e ela masturba-se, o Lino enrraba a mãe à força e a Soraya, a minha mais nova…., chupa o vergalho ao cão com toda a forcha. A orquestra toca durante mais uns minutos e depois faz uma pausa. Aí comecham novamente os tambores e a gente volta a trocar. Desta vez tá o rapaz a me fazer um broche enquanto me enfia dois dedos no cu e eu canto um faduncho, tá a minha filha a lamber a crica à mãe enquanto lhe enfia três dedos na peidola e a D. Laurinda, enquanto canta o Glória Aleluia, é comida pelo canito. A música toca e pára. Voltam os tambores e aí o Lino fode a boca à mãe até se esporrar na cara dela e eu vou ao cu ao cão enquanto a Soraya e a minha shogra o sheguram, é que o raio do cão é grande… Aos despois a orquestra pára novamente e a sheguir começam a tocar uma versão instrumental do hino da nossa terrinha!!! Aí, cada mulher agarra numa tocha de malabarismo, espalham-se pela areina, abrem as perninhas voltadas pó público, achendem a tocha e enfiam a outra pontita na cona, e enfiam, enfiam, enfiam, até esguicharem!!!! Enquanto isso, eu, no centro da areina, faço uma brochada ao Lino enquanto ele lambe os colhões ao Dick!!!! Depois de esguicharam, como tão ca vulva toda molhada, as mulheres enfiam a parte que tá a arder na cona e apagam as tochas!!!!A música pára, voltamos pó meio da areina, voltamos a fazer uma vénia e aí entra um daqueles seus cavalos ameistrados, daqueles branquinhos, todos adornados…. A minha shogra começa a lamber o caralho ao cavalo de ponta a ponta enquanto a Soraya chupa a cabeça. A minha esposa monta o bicho toda a nua e começa a esfregar a pinta no dorso. Entretanto eu sheguro no cavalo e o Lino deixa-se enrrabar pelo cão. Ficamos nisto até o cavalito se vir e lambuzar completamente a Laurinda e a Shoraya de gosma e a minha Gracinha mija-se em cima do bicho…. Ah. . já me ia esquecendo… a meio, eu troco co meu filho, vem ele shegurar o cavalo e eu vou chupar o cão até ele se vir na minha boca….Despois a música pára, levam o cavalito e eu e o Lino shubimos as cordas até lá cima ao trapézio. Aí, os dois de pé, pomo-nos a mijar cá pra baixo, directameite pra cima do mulherio, que tá de joelhos e boca aberta. Depois o mô filho vai pó trapézio e começa a balançar na horizontal, ganha balanço e eu ponho a piça em riste, baloiça, e sempre que vem até mim enfia o caralho todo na boca. E a orquestra sempre a tocar….musica clássica, claro. Lá em baixo as mulheres põem fatias de afiambrado e ketchape na cona pó cachorro as comer e lamber. No fim a geinte desce. Põe-se todos novameinte em barreira, mas desta vez de costas pó público, fazeimos todos uma vénia e começamos a cagar. Depois de tar feito o serviço o Dick começa a lamber e a cheirar a cagada e a gente sai da areina sem olhar pa trás!!!!!!! AH!!! O quê que acha!!???
- Ah Homem!!! Ca raio de número!!!! E que nome é que você dá a isso!!?? – Exclama o director escandalizado.
Ao que o homem responde orgulhoso:- OS ARISTOCRATAS!!!!!!

quinta-feira, maio 18, 2006

Vacas do caralho

Fui ver a tão propalada Cow Parade. Foda-se, estão a gozar, não? Um gajo ouve falar de vacas, fica a salivar qual cão à porta de um talho, chega lá e não há putas com tetas tipo bolas de basket? E agora quem é que me paga o que gastei na tarifa da camioneta?

Bater recordes

Desde o meu último acidente, tenho vindo a recuperar deitado no sofá em frente à televisão. O que mais rapidamente recuperei foi o antigo recorde do número de punhetas enquanto assisto a um único programa de televisão. Claro que, havendo programas maiores que outros, quais caralhos, faço a média de punhetas por minutos de programa. Assim, o meu antigo máximo era de uma punheta cada três minutos, enquanto via o Jogo do Ganso. Numa ocasião, a ver o Natal dos Hospitais, ia ficando perto desse feito, mas fui ficando seco, fartei-me e preferi ir pedinchar um broche à filha da porteira, para me aliviar a irritação.
Há duas semanas, no entanto, enquanto assistia a um anúncio de uma companhia telefónica, fiquei com ele em riste parecia o mastro da bandeira de Portugal do Parque Eduardo VII. Refiro-me ao anúncio em que uma cambada de putas se telefonam a propósito das purpurinas, que não faço um caralho de uma ideia sobre o que possam ser. Feitas as contas, esgalhei duas à conta daquela merda e bati (palavra indubitavelmente apropriada) o meu próprio recorde. No dia seguinte, liguei para a produtora do anúncio e solicitei o número de uma das protagonistas que, embora jovens, me afiançaram terem todas mais de dezasseis anos. Não que me importasse se tivessem menos, mas a gaja que me atendeu o telefone queria conversa.
Fui portanto ter com a Bé. Enquanto lho metia peida acima (a puta disse que todas as amigas dela já levavam na cona e que por isso queria inovar) o telefone tocou. Era a Teresinha. “Um broche?” – inquiriu a Bé – “Vou já ligar à Chica!” Não me importei com o telefonema, já que continuava com ele entalado. “A quem? Não sei, deixa-me ligar à Teresinha!”; “Estou, Teresinha, quem é que a Fifi alambazou? O Pedrito! Vou já ligar à Chica!” Enfim, esta cena durou duas horas e meia e ainda esgalhei uma no autocarro que me levou a casa porque o anúncio passou na rádio. Mas ainda não esqueci aquelas tetas e cus do Jogo do Ganso...

sexta-feira, maio 05, 2006

Comida rápida

Esta merda é do caralho!!!. Não é que ainda há tempos, tinha eu acabado de recuperar do recente e malfadado traumatismo ao nível do entrefolho, desfrutando agora ao ar livre, fresquinho que nem uma alface, de um passeio ali pós lados da Alameda, a ver as vistas, que é como quem diz, alvejava qualquer par de tetas ou cu que merecesse um regresso ao activo aqui do Jola.
Mirei algumas candidatas mas nada que erguesse o madeiro. Já tava quase pa desistir e apontar caminho em direcção ao Martim Moniz quando avistei uma chavala que, valha-me Nossa Senhora, os Três Pastorinhos e o Pai Nosso que está no céu, se não era boa como tudo, munida de umas aprazíveis chuchas e um harmonioso cu.
Ia já lá ao longe de modo que acelerei o passo pa ficar ao alcance do engate. Mas não é que a miúda era ligeira das patas. Via-me à rasca pa a acompanhar quanto mais alcançar. Acelerei ainda mais, mas mesmo assim não dava avanço. Parecia que a bicha sabia que eu lhe ia no encalço. Acelerei mais ainda. Já parecia aqueles gajos da marcha mas não ganhava metro. A cabrona parecia que deslizava. Atravessou a Almirante Reis pa Fonte Luminosa mesmo quando o sinal dos peões avermelhou. Aí desatei a correr sem olhar e Padum !!!Pimbas !!!Catrafoda-se!!!! Levei com o 33 da Carris mesmo na montra. A Puta nem olhou pa trás….
Enfim, foram mais uns tempos de molho, e a seco diga-se de passagem, mas aprendi a lição. Quando acabar a terapia no S. José, vou engatá-las mas é pá esplanada. Sentadinho, calminho a vê-las passar. Da-se!!!!