Ou então de outra maneira, caralho
O dono de um teatro infantil estava no seu escritório a coçar os tomates. Aparece-lhe um gajo porta adentro e diz:
- Trago-lhe aqui um número que você tem que pôr em palco!
- Como é que é? – replicou o dono do teatro.
- É assim, entram no palco dois gatinhos bebés. A seguir entram mais dois bichanos, mas maiores. Deitam-se todos, muito queridos. Do nada entra um tigre siberiano. O felino dirige-se aos mais pequenos, olha para eles e também se deita. Entretanto, já estão os miúdos todos com medo que o tigre coma os bichaninhos. Mas não, o que acontece a seguir mete a criançada em delírio. O tigre pega de forma ternurenta pelo cachaço do gatinho mais pequenino e leva-o para um canto do palco. Faz-lhe festinhas com a cabeça e o gatito fofinho começa a querer brincar, rebolando-se. O tigre, farto daquela merda, vai-lhe ao cu. Os outros três gatos passam-se do pêlo e atiram-se ao tigre. Este não está com cenas e manda-se para cima dos petizes que assistem. Come dois ou três enquanto os outros aplaudem. Os três gatinhos entram para dentro da peida esfrangalhada do bichano que foi enrabado e que parece agora uma toca para a família toda. Aí se refugiam até que passe o banzé que o filho da puta do tigre armou entre a criançada. Uma mãe que assiste manifesta o seu desagrado pelo conteúdo programático da peça e é fodida pela besta siberiana que, não se tendo vindo aquando da violação do felino pequenito, esporra-se agora violentamente no útero da progenitora que, sendo uma grande puta, tem uma caverna que faz ecoar o jorro de meita animal. Não se contentando, o tigre decide brochar um puto ranhoso que se vai rindo na primeira fila. O puto não tem tesão e por isso o tigre decide dar melhor uso ao pequeno caralho e faz dele um snack agradável. Posteriormente, decide pôr o mesmo ranhosito a fazer-lhe uma mamada. O cabrãozinho, com a lágrima no cantito do olho, decide retribuir na mesma moeda e morde o marsapo do bicho, que cai prostrado em cima de três ou quatro gaiatas, esmagando-as. Os três gatinhos, que se mantiveram escondidos no cu do mais bebé, decidem sair da toquinha e sodomizam o tigre à vez. Claro que não com os próprios e incipientes caralhitos, mas com os braços das cadeiras da assistência que se partiram na queda do tigre que, coitadito, fica com o olho do cu mais aberto que o chapéu de um vagabundo que resida debaixo de um viaduto na Reboleira. Ao cabo de hora e meia, os três gatinhos fartam-se da brincadeira, batem uma pívea para dentro da boca escancarada da mãe que foi fodida pelo grande felino, voltam ao palco, pegam no amiguito que tem as patas traseiras à frente do focinho, limpam o resto de langonha dependurada dos respectivos piços ao pêlo do coitadito e abandonam o palco.
- Tem potencial. E como é que se chama esse número?
- Trago-lhe aqui um número que você tem que pôr em palco!
- Como é que é? – replicou o dono do teatro.
- É assim, entram no palco dois gatinhos bebés. A seguir entram mais dois bichanos, mas maiores. Deitam-se todos, muito queridos. Do nada entra um tigre siberiano. O felino dirige-se aos mais pequenos, olha para eles e também se deita. Entretanto, já estão os miúdos todos com medo que o tigre coma os bichaninhos. Mas não, o que acontece a seguir mete a criançada em delírio. O tigre pega de forma ternurenta pelo cachaço do gatinho mais pequenino e leva-o para um canto do palco. Faz-lhe festinhas com a cabeça e o gatito fofinho começa a querer brincar, rebolando-se. O tigre, farto daquela merda, vai-lhe ao cu. Os outros três gatos passam-se do pêlo e atiram-se ao tigre. Este não está com cenas e manda-se para cima dos petizes que assistem. Come dois ou três enquanto os outros aplaudem. Os três gatinhos entram para dentro da peida esfrangalhada do bichano que foi enrabado e que parece agora uma toca para a família toda. Aí se refugiam até que passe o banzé que o filho da puta do tigre armou entre a criançada. Uma mãe que assiste manifesta o seu desagrado pelo conteúdo programático da peça e é fodida pela besta siberiana que, não se tendo vindo aquando da violação do felino pequenito, esporra-se agora violentamente no útero da progenitora que, sendo uma grande puta, tem uma caverna que faz ecoar o jorro de meita animal. Não se contentando, o tigre decide brochar um puto ranhoso que se vai rindo na primeira fila. O puto não tem tesão e por isso o tigre decide dar melhor uso ao pequeno caralho e faz dele um snack agradável. Posteriormente, decide pôr o mesmo ranhosito a fazer-lhe uma mamada. O cabrãozinho, com a lágrima no cantito do olho, decide retribuir na mesma moeda e morde o marsapo do bicho, que cai prostrado em cima de três ou quatro gaiatas, esmagando-as. Os três gatinhos, que se mantiveram escondidos no cu do mais bebé, decidem sair da toquinha e sodomizam o tigre à vez. Claro que não com os próprios e incipientes caralhitos, mas com os braços das cadeiras da assistência que se partiram na queda do tigre que, coitadito, fica com o olho do cu mais aberto que o chapéu de um vagabundo que resida debaixo de um viaduto na Reboleira. Ao cabo de hora e meia, os três gatinhos fartam-se da brincadeira, batem uma pívea para dentro da boca escancarada da mãe que foi fodida pelo grande felino, voltam ao palco, pegam no amiguito que tem as patas traseiras à frente do focinho, limpam o resto de langonha dependurada dos respectivos piços ao pêlo do coitadito e abandonam o palco.
- Tem potencial. E como é que se chama esse número?
- Os aristogatos!
