Sexo na Pensão - A Vingança
Isto passou-se na Terça-feira à noite. Imbuído dum espírito de vingança, atraí a Sandra (vocês sabem quem é) para um quartinho na residencial “Cabo Verde”, em Massamá. A gaja, após duas ou três lambadas na cova, havia-se chibado ao namorado, o Zeca, por sentimento de culpa. Dizia a rameira que gostava muito dele e que não o queria perder, apesar de ter já pulado a cerca mais vezes que um cavalo de hipismo. E por causa da confissão da moça, por pouco não me tinham chegado a roupa ao pelo. Tal não se faz ao Cerveja e é meritório de vindicta.
Como eu dizia, convidei-a com a desculpa que era a última vez, que nunca mais se repetia. Quando entrou no quarto já eu tinha preparado a cena toda. Pedi-lhe se podíamos fingir que eu era um ladrão, mascarado, que entrava no seu quarto e me servia dela a meu belo prazer. A puta, aos saltinhos, concordou logo.
Passámos à acção. Lá executei a tão desejada gravata e mais umas quantas coisas que até faziam corar a maior actriz porno na face da terra. Lembrem-se, sempre mascarado, a brincar aos ladrões de ratinhas.
Quando acabámos, mandei-a logo embora com a desculpa que não devíamos sair juntos. Anuiu e bazou. Eu fui buscar a Camcorder emprestada co meu primo comprou a um cigano no Fogueteiro, que estava escondida e colocada de modo a filmar o espectáculo todo.Depois foi simples. Foi só fazer cópias e distribui-las ao Zeca, paizinhos, gerente da Sical e duas ou três amigas.
Nunca mais a vi, mas disse-me um gajo que eu conheço que o caprídeo até já tem passagem comprada pó Canada.
