sexta-feira, julho 08, 2005

A Estufa do Grelo

E sai mais uma punheta! Se há curso superior nesta Lisboa que dá resposta cabal aos piços mais sequiosos, é o de Direito da Universidade de Lisboa, na Cidade Universitária, defronte ao enorme relvado onde deveriam pulular putas e não pululam porque parecem umas pêgas púdicas, preferindo levar nos entrefolhos à beira de qualquer estrada ou em qualquer parque de estacionamento (prometo em breve dissertar sobre as especificidades de cada uma destas empranchadas).
Escrevinhava eu sobre as futuras advogadas, juízas, notárias, juristas e deputadas deste país. Serve a linha anterior para que se perceba que sobre o intelecto das alunas há muito pouco a redigir. Sobre as características físicas e motivação para a brincadeira conal, também nada de positivo há a assinalar. Então porquê o esplendoroso elogio do primeiro parágrafo? A resposta é simples como um pintelho: cada regra tem sua excepção. E se no estabelecimento de ensino em causa há sete mil trambolhos jurídico-nojentos, há para aí umas duzentas e cinquenta excepções, número mais que suficiente para apelidá-lo de Estufa do Grelo.
Se acerca das feiosas nada há a doutrinar, até porque as pequenas letras dos códigos que lêem lhes imputam a utilização de lentes garrafais nas lunetas rídiculas que ostentam sobre os verrugosos narizes, e o peso das referidas leis lhes dobram a espinha como nem eu o faço, bastante há a legislar sobre as superiores ratas, por oposição às ratas de biblioteca mencionadas na primeira parte desta mesma frase. Caralho, que esta cansou-me, até vou mudar de parágrafo.
Bom, das duzentas e cinquenta, cento e tal são betas e portanto bastaram-me provar, ao longo desta última época de exames, cinco ou vinte, dada a semelhança entre elas. É o chamado método de Hondt aplicado à foda. Depois há as empinadas, nome atribuído em função do nariz e do cu. Têm a mania que têm razão a pingar das bordas e como tal incumbi-me de lhes lamber as mesmas. Há ainda as falsas, que ao longe parecem do corpo docente mas depois até têm um corpo decente para uma ou duas canzanas, no intervalo maior, dependendo se há ou não fila para o bar. Após esta selecção, passei às eliminatórias.
Ora, para levar a contenda a bom porto, convenci a maioria delas a acompanhar-me até ao edifício ao lado, a Faculdade de Psicologia. Primeiro, porque tem um jardim e um lago que conferem a privacidade necessária, sobretudo à gritaria orgástica; e segundo, porque lá as aulas acabam em meados de Abril, tal a facilidade como por lá se faz o chamado “curso”. E agora divulgo a vantagem da cona jurídica: fode como ninguém. Explico: o curso é de tal forma maçudo, que elas agarraram-se aqui ao maço como se de uma passagem administrativa se tratasse. É tal a raiva que metem nas punhetas que uma delas ficou-me com uma centuria de pintelhos na mão. E outra com uma dúzia nas mamas. É com tal vigor que dão cu, que no de uma delas até entrou um colhão. Na altura nem reparei, só o constatei quando vi que o respectivo saquinho estava mais acastanhado que o habitual.
Enfim, foi tal a violência que muitas delas puseram no assacanço de caralho e cona, que resolvi responder numa bonita lei – o “olho por olho, dente por dente”, aqui com um maravilhoso sentido literal. Para resumir uma história interessante e que remeto para post posterior, o grelo ficou em esparregado. Bastante leitoso, acrescente-se.

1 Comentários:

Anonymous Anónimo said...

nada a dizer senão....OLÉ!!!

3:43 p.m.  

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