quarta-feira, outubro 27, 2004

Fulana, sicrana e beltrana – um gang bang à portuguesa

Outro dia, enquanto assistia ao Rio Ave a destroçar o Moreirense em jogo a contar para a sexta jornada da Superliga (SporTV, 19:15), no snack-bar Esquina Dourada, ali às portas de Algés, um cretino perguntou-me o que achava, nas palavras dele, “de sexo em grupo”.
Como se há cena que eu não gramo é curiosos, levou logo nas lunetas do estrabismo. Mas de seguida reflecti sobre a pergunta do cabrão – que ainda por cima me distraiu e não me deixou ver o defesa-direito da equipa de Moreira de Cónegos a dar uma pantufada à filha-da-puta no Gaúcho – e até sou capaz de ter esboçado um sorriso.
Ora, se sorri não foi concerteza pelos lindos olhos tortos do paneleiro cusco, foi sim pela memória de uma sessão de chavascal no areal da Costa da Caparica, fez em Julho um ano.
Havia passado o dia na praia e entre futeboladas, banhos e bolas de Berlim, cheguei ao fim da tarde com três gajas a pedir que lhes esfregasse creme hidratante onde o sol não brilha. Como não há manual que ensine a gerir o engate ao cubo, improvisei. Fui, com pena minha porque há formas mais divertidas de fazer as coisas, honesto.
E resultou! Passados vinte minutos, e feitas as apresentações, tinha seis tetas sob a minha alçada. Inicialmente ainda tentei organizar a contenda, mas depois percebi que ali mandava era o caralho. E assim deixei-o ir à frente. Foi bonito. Era tal a confusão que às tantas reparei que uma delas, penso que a sicrana, rebolava na areia sem que ninguém a tocasse, enquanto dava gritinhos esporádicos, a pedir que eu lhe enterrasse uma estaca que a segurasse. Atendi ao pedido, o que foi um erro porque a partir daí a fulana também queria a haste. A beltrana tinha um par mais redondo que a bola da Nivea por isso dediquei-me ao mesmo, negligenciando a hidratação do útero da tipa.
Em súmula, acabei o tempo regulamentar do Rio Ave 4 Moreirense 1 a sacar a gaja do cabeleireiro em frente ao snack. E rematei a noite a despejar-lhe bronzeador factor 8 nas mamas, para evocar o aroma de um entardecer que residirá nesta cabeça durante muitos e bons anos.

terça-feira, outubro 26, 2004

Mas que pena....

Queria deixar hoje e aqui um desabafo. Foi realmente lamentável terem encerrado a estação de comboios do Rossio. A mim muito me entristece pessoalmente pois muita gaja engatei com partida daquela estação. Ás vezes, bastava o L1, porque antes de chegar à Amadora, já só queriam era levar na lomba. E não muito raramente, quando exemplarmente batido o coiro, já trancavam ali mesmo dentro do túnel. Naqueles oito minutos, entre o Rossio e Campolide fazia-se muita coisa. Entravam no túnel todas viçosas e saíam a limpar a labiola, qualquer que ela fosse...
No sentido inverso: Sintra - Rossio. Quando só no túnel é que já havia direito a um dedilhadozito é que as cabritas eram difíceis. Não faz mal. Levava-as pa uma residencial que fica na subida pó Largo do Carmo e aí enterrava como deve ser.
Enfim... são muitas as memórias que a Estação e o seu túnel me suscitam. Só espero que as obras não demorem muito pois aquela estação alberga partidas e chegadas de muitas rameiras encaralhadas...

quarta-feira, outubro 20, 2004

Conas e Subúrbios

Regresso pelo presente à afidalgada temática que me tem ocupado, a par do chupanço da papaia, a última semana. Refiro-me, como certamente perceberam pelo título, ao estudo sobre os insubstituíveis arredores da capital lusa.
Por dissecar ficou, em primeiro lugar, São Domingos de Rana, essa Almada em potência. É, na verdade, localidade a examinar. Apresenta-se solarenga e, por conseguinte, com malandras em pouca roupa, o que consente a observação de magnânimas tetas. Por vezes, porém, este tipo de apreciação pode ser um engodo: um primo meu peregrinou para terras algarvias e consolava-se a desramar punhetas à custa dos decotes que por lá cirandavam, nunca tentando sacar as respectivas donas, prescindindo assim de lustrar o poste na quinta-essência vaginal das meninas da Quarteira (nunca mais vi o cabrão e ouvi dizer que deu em larilas). Portanto, advirto: quando em São Domingos de Rana, apreciar sim, mas sempre no intuito de dar brilho às peidas locais.
Barcarena tem colinas e, só por isso, é redondinha o suficiente para me deixar com ele em riste. Aconselha-se que se passe em revista.
Reboleira é terra de pentilheira farta, qual bigode de treinador da Segunda Liga, escalão aliás que alberga o clube da terra.
Porto Salvo não sei que ainda não tive oportunidade de passar por lá, mas diz quem conhece que é parco em pito. Contudo, como o Padre Elias já está meio gagá, o melhor é agendar uma ida para a próxima lua cheia.
E assim concluo este estudo cujo aprofundamento prometo, tal como prometi um outro à Sandra este fim de semana. Estou consciente da escassez de informação que debitei sobre o tema, mas encaro esta análise como o Eça encarou o conto Civilização, mais tarde vertido na extensa obra A Cidade e as Serras. Ou se quiserem – e devem querer – como se se tratasse de receber um beijo quando ainda aí vem um broche.

Sexo na Pensão - A Vingança

Isto passou-se na Terça-feira à noite. Imbuído dum espírito de vingança, atraí a Sandra (vocês sabem quem é) para um quartinho na residencial “Cabo Verde”, em Massamá. A gaja, após duas ou três lambadas na cova, havia-se chibado ao namorado, o Zeca, por sentimento de culpa. Dizia a rameira que gostava muito dele e que não o queria perder, apesar de ter já pulado a cerca mais vezes que um cavalo de hipismo. E por causa da confissão da moça, por pouco não me tinham chegado a roupa ao pelo. Tal não se faz ao Cerveja e é meritório de vindicta.
Como eu dizia, convidei-a com a desculpa que era a última vez, que nunca mais se repetia. Quando entrou no quarto já eu tinha preparado a cena toda. Pedi-lhe se podíamos fingir que eu era um ladrão, mascarado, que entrava no seu quarto e me servia dela a meu belo prazer. A puta, aos saltinhos, concordou logo.
Passámos à acção. Lá executei a tão desejada gravata e mais umas quantas coisas que até faziam corar a maior actriz porno na face da terra. Lembrem-se, sempre mascarado, a brincar aos ladrões de ratinhas.
Quando acabámos, mandei-a logo embora com a desculpa que não devíamos sair juntos. Anuiu e bazou. Eu fui buscar a Camcorder emprestada co meu primo comprou a um cigano no Fogueteiro, que estava escondida e colocada de modo a filmar o espectáculo todo.Depois foi simples. Foi só fazer cópias e distribui-las ao Zeca, paizinhos, gerente da Sical e duas ou três amigas.
Nunca mais a vi, mas disse-me um gajo que eu conheço que o caprídeo até já tem passagem comprada pó Canada.

segunda-feira, outubro 18, 2004

Razias

Domingo de manhã, manhã..., lá pás onze e meia, tava eu na esplanada do Snack-Bar "O Trapézio", no Cacém, a deglutir uma bela sandes mista acompanhada de galão, quando vislumbrei um grupo de quatro labregos a dirigir-se à minha pessoa com cara de poucos amigos. Conjecturei logo: "Mas que vulva é que eu saqueei agora pa estes me virem chatear no dia do Senhor, pior, em dia de bola. Fiz os preparativos: Afastei a cadeira da mesa, pó caso de ser preciso arrancar à pressa e mãozinha no copo, pó que der e vier...
"- Tu é que és o Cerveja Morna, Oh cabrão!!??" Perguntou o do meio. Pelo tom, cheirava-me a cornífero enraivecido.Mantive a calma e respondi: "- Da-se!!! Outra vez!! Se eu apanho esse gajo, leva-me um enxerto de porrada que vai andar a comer sopa por um funil durante dois meses!!! Pelo seu semblante, o escorneado mostrava estar baralhado. Lá grunhiu: "- Mas... tinham-me dito.... que era..." Aproveitei e interrompi logo: "- Não sei quem é que se vazou, se o apanhar também leva, mas esse gajo já me anda a fazer isto à três meses!!! Come o gajêdo dos outros e depois há um achegado que me indica a mim, Porra!!!
A interpretação foi digna de Oscar, também, com tanto coiro batido no cadastro menos não se podia esperar. Rematei: "- Desta vez calhou-te a ti, pá... Como é que te chamas?" - indaguei."- Zeca...Eh pá desculpa lá..." Suspirou o corno desiludido em resposta.
E aí lembrei-me logo. Só podia ser a devassa da Sandra. Hás uns dias havia-lhe comido o batoque. Durante a sovada de piça não se cansou de gritar: "Ai, Ai, o meu Zeca nunca me fez isto!!! Puta...
"- Não há crise, pá. Olha, eu chamo-me Júlio (deve ser deve). Não te preocupes que eu já tenho uma espera agendada pa esse cabrão e quando lhe tiver a aviar na boca, digo-lhe que duas ou três solhas vão da tua parte. Vai descansado." - Declarei eu com a serenidade de um clérigo. Ainda meio baralhado, lá respondeu: "- Ok... mas se precisares de ajuda já sabes...""- Tem calma que o assunto tá resolvido." Acrescentei tranquilamente.
Cabisbaixo, com o peso dos chifres, lá virou as costas e foi-se embora mais os colegas do desagravo.De novo sozinho pensei: "Da-se!!! Foi por pouco...Esta vida de comer pito alheio tá a ficar perigosa...E o pior é que já apalavrei outro encontro com a Sandra. Tem que ser. Com aquela junta de mamas, urge levar uma gravata. Ah cachorra, nem sabe o que lhe espera...

sexta-feira, outubro 15, 2004

Cus e Arrabaldes

Ultimamente, têm-me perguntado: “Oh Cerveja pá, assim ao nível de arredores da capital, o que prescreves?”
Retorqui, obviamente sapiente da ingenuidade de quem interrogava: “Para foder ou para viver?”
Infelizmente a questão incidia sobre viver, embora eu não saiba fazer a segunda sem me devotar à primeira. Parti então para o esclarecimento, que aqui reproduzo, movido por uma noção de responsabilidade para com os leitores, que amiúde temo deambularem por ruas paneleiras do Chiado, perdidos entre ruelas limpas e encavados sujos.
Chelas, não obstante em território alfacinha, apraz-me; O mesmo se dirá da Musgueira, cuja vizinhança aeropórtica abafa os ruídos orgásticos que se reiteram quando eu próprio abafo as boas nádegas da freguesia; A Damaia tem a vantagem de ser atravessada pela linha de Sintra, lugarejo de engatilhanço por excelência; A Pontinha já foi melhor, uma vez que a estação de Metro lhe confere uma proximidade indesejada ao centro citadino e, sendo burgo de mera passagem, o engate é conluiado em Carnide e na Amadora-Este já eu estou a limpar a trincha aos bancos da carruagem; Odivelas também já tem Metro mas é mais longe e, por alguma razão que as próprias redondezas desconhecem, tem mamalhudas de categoria; Peidas é em Famões.
Almada, apesar de chegada em demasia a Lisboa, leva um parágrafo só para ela, já que possui um valor indiscutível, acentuado pela construção do Fórum do mesmo nome. Para além disso, as suas entradas e saídas têm mais trânsito que a minha colega Felisberta no intervalo grande do sétimo ano, o que permite um vigoroso atrelar de fêmeas nas horas de ponta, que para mim são as vinte e quatro de cada dia.
Nas localidades contíguas à linha de Sintra, com o Cacém e Mem Martins à cabeça, já me chuparam a mesma exemplarmente, pelo que não posso ser totalmente isento no que a apreciações concerne.
Desde já prometo concluir e aprofundar esta rubrica dedicada às proximidades da capital viriata, anunciando, à laia de curiosidade, o título Conas e Subúrbios para a sequela. Entretanto, como é no empirismo que se funda o real discernimento, aconselho fodas guiadas aos locais em questão.

terça-feira, outubro 12, 2004

Infracções leves...

Faz hoje duas semanas, ia eu em direcção a Queluz-Belas, após ter passado uma porrada de tempo a tentar galgar uma tipa, a Sandra, que tava a trabalhar na Sical do Intermarche de Barcarena, quando, por estar completamente absorto nos meus pensamentos, mais propriamente na última frase daquela putinha de balcão, "Tudo bem, eu dou uma voltinha contigo mas não pode ser nesta zona por causa do meu namorado, o Zeca." o que inspirava muita confiança numa futura cavalgada de ventrecha, furei inadvertidamente, um sinal de STOP e pa meu azar tava uma Sra Agente bófia à mama. Mandou-me logo encostar o Bólide.
Pensei: "Das duas uma, ou tou fodido ou vou foder, vá lá ver..."
"- Faça o favor de me fornecer a sua habilitação de condução e os documentos da viatura."- Grunhiu a Sra Dona Agente, que por sorte era boa como tudo e tinha uma tetas armadas de tal maneira co distintivo quase que ficava na Horizontal.
Cogitei: "A ver se me safo da multa e ainda a papo." E respondi com um ar brincalhão: "- Carta não vale a pena qué falsa e os documentos não sei co carro é roubado..."
A pêga autoritária olhou pa mim com ar enjoado e respondeu: "- Sr. Condutor, não piore a sua situção..."Aí tive de recorrer à minha arma secreta: "A tanga da avozinha".
A referida tanga só deverá ser usada em desespero de causa e consiste no seguinte: "-Desculpe lá a brincadeira mas é que tou nervoso porque me ligaram ainda há bocado a dizer que a minha avó, que me criou sozinha, teve um ataque e tá muito mal no Amadora-Sintra (localização do Hospital variável) e tava com pressa de ir lá ter antes do fim..." Durante uns segundos fiquei na expectativa, a ver se colava.E colou. O meu arzinho de sonso também deu uma ajuda.
Resultado: Mandou-me seguir e ainda lhe saquei o número de telefone. Encontrei-me com ela ontem à noite e a Sra Agente Lúcia Coelho surpreendeu pela positiva. Foi a primeira a sugerir, munida de um boião de óleo Johnsson, que eu explorasse, a meu critério, todas as suas cavidades carnais.
Ah, e já me ia esquecendo, a voltinha com a Sandra sempre ficou pa amanhã.

segunda-feira, outubro 11, 2004

Segunda montagem

Anteontem, enquanto procurava a oficina do meu primo na Cintura Industrial de Loures-Norte, encontrei uma das minhas primeiras namoradas. Pelo menos foi o que lhe chamei para introduzir diálogo, porque na verdade não me lembrava do nome dela. Enfim, levou com ele em tempos e namorada foi o termo que me ocorreu.
“Eh, caralho,” - pensei eu, enquanto confirmava no porta-luvas o stock de preservativos – “queres ver o meu primeiro remake !”. Explico o alcance do epíteto: que se apinhe a cona a uma gaja duas vezes em diminuto período de tempo, é considerado feito modesto e a segunda empranchada mais não é que uma mera sequela, até porque raramente o segundo episódio é superior ao primeiro. Agora, que se deixe passar uns anos – ou no caso em análise mais de uma década – até ao enrolanço seguinte, deixa de se considerar uma continuação e já assume contornos de remake. Continuo a explicar: o canastro do fodilhão (eu próprio) já não é o mesmo, pois apresenta aperfeiçoamentos ao nível da resistência (stamina), da força e da técnica; o corpo da fodida (a fêmea) também apresenta alterações, cuja apreciação remeto para consideração posterior; e o local do embate é igualmente diferente, já que as traseiras do armazém da AutoSaraiva – Montagem Fabril, Lda. pouco se assemelham à arrecadação do externato que a então petiz frequentava.
O remake foi o conjecturado: já conhecia a história, contada com escassas inovações em relação ao script original (de referir um telefonema do meu primo que continuava à espera que eu aparecesse na oficina e ainda tinha que ir a casa dos sogros em Palmela deixar a menina – também ninguém mandou o filho da puta casar-se...).
O final surpreendeu pela positiva porque é raro nos dias que correm levar uma chupadela depois da cuspidela, mas foi bagatela que serviu apenas para deliciar os verdadeiros fãs da primeira montagem.

sexta-feira, outubro 08, 2004

AAHHH Bezanas.....

Há uns dias tava eu no "Arkansas", um barzito que fica ali pós lados de Sacavém.Eram paí umas 3 da matina.
Já ia no quinto kalash, após uma bejecas e dois furacões, quando se encostou ao meu lado no balcão, uma saladinha russa que é como quem diz uma gaja de leste. Deu-me um sorrisinho de ladex à porca.Chamava-se Ivanova.
E eu pensei logo: "Cabrona,vou-te dar a babadeira, e vais acabar a noite a chuchar mais forte cum aspirador da Hoover."
Passadas duas horas já ela tinha emborcado 7 shots, 3 whiskys puros e 2 vodkas. A puta até se tava a aguentar bem mas antes que se me acabasse a guita, dei-lhe a beber 3 furacões de rajada, polvilhados com absinto, conforme arranjinho que tenho com o Jonas, o mamute do balcão que me ajuda a angariar bezerros.Não que eu precise de ajuda mas sempre facilita mais, para a prática da relampada, se elas tiverem bem enfrascadas.
Passada meia hora, finalmente lá lhe bateu a cadela e aí ficou à minha mercê.Levei-a pa dentro do Saxo e aí levou a bom levar. Ainda deu umas cornadas na janela do lado direito, mas com a tosga que tava, nem sentiu, nem isso, nem a vergasta em tudo o que era orifício.
Resumindo, foi bom mas já comi melhor. Quanto à sopeira, deixei-a a dormir num banco do Jardim do Campo Grande.